- Milhares se reuniram em Nova York para protestar contra a Immigration and Customs Enforcement (ICE) durante um dia nacional de ações, pedindo o fim da operação de deportação em massa.
- Os manifestantes enfrentaram temperaturas muito frias, com pessoas de várias idades marchando pela Manhattan após discursos em Foley Square.
- Os participantes entoaram palavras de ordem contra a ICE, o Ku Klux Klan e o fascismo, em ações que incluíram slogans em inglês e espanhol como “Abolish ICE” e “Chinga la migra”.
- Entre os presentes estava o candidato ao Congresso Brad Lander, que participou após acompanhar protestos em Minneapolis, onde agentes federais geraram revolta ao matar duas pessoas.
- Em Minneapolis, houve confrontos entre autoridades e manifestantes, levando organizadores a pedir a saída de agentes de imigração; em Nova York, o objetivo é manter a pressão com paralisações e boicotes econômicos.
Thousands marcharam em Nova York nesta sexta-feira para protestar contra a imigração indiscriminada e a atuação do ICE, em caráter de ação nacional contra as deportações durante o governo Trump. O protesto reuniu jovens, idosos e famílias, mesmo com o frio intenso.
Os manifestantes percorreram as ruas cobertas de gelo de Manhattan após discursos em Foley Square. Banners pediam o fim do ICE e denunciavam fascismo e discriminação, com cânticos como Abolish ICE e No KKK, no mesmo clamor.
Entre quem participou, estavam o ex-controlador da cidade Brad Lander, que também participou de ações em Minneapolis recentemente. Distritos de Nova York mostraram apoio vindo de estudantes e voluntários que abandonaram as aulas por uma causa comum.
Contexto nacional
A mobilização faz parte de um dia de ação com demanda de boicotes a trabalho, escola e consumo para pressionar o governo a revisar as ações de imigração e a presença do ICE. Em Minneapolis, autoridades enfrentaram críticas por intervenções durante as manifestações, com incidentes que aumentaram a indignação pública.
Estudantes como John Eddy e Abdou Seye viajaram de cidades diferentes para participar. Seye destacou a ideia de que o movimento pode se repetir se as ações de hoje não forem seriamente consideradas pelas autoridades.
Outro participante, Julia Parris, relatou indignação com a administração atual e afirmou que as manifestações são uma resposta a políticas consideradas duras. A ação teve apoio de moradores de Brooklyn e de outras áreas da cidade, com som de carros a soar em solidariedade.
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