- Organizações estudantis convocam um apagão nacional na sexta-feira, com “sem trabalho, sem escola, sem compras”, contra as ações de imigração do governo dos EUA.
- A mobilização visa pressionar o ICE a encerrar operações agressivas e buscar responsabilização por incidentes envolvendo agentes federais.
- Últimos meses viram mortes de civis em confrontos com agentes do ICE em Minneapolis, Los Angeles e Illinois, fortalecendo o apelo por reformas.
- Manifestações devem ocorrer em várias cidades, com fechamento de estabelecimentos e protestos em órgãos públicos; estudantes em diferentes estados promovem walkouts.
- Apoio inclui figuras públicas e organizações estudantis; o movimento também ocorre em meio a discussões sobre um eventual shutdown parcial do governo e propostas de reformulação das regras do ICE.
Para a notícia:
Protestos anti-ICE devem ocorrer nos EUA nesta sexta-feira, com um chamado à greve nacional. Organizadores promovem o slogan não trabalhar, não ir à escola e não fazer compras, como forma de protesto contra as ações de fiscalização de imigração.
A mobilização é apresentada como parte de um movimento não violento contra as operações do ICE. A pauta envolve cobrar responsabilidade, reformas e a saída da agência de cidades onde há atuação intensiva.
Os organizadores apontam repasses de casos de violência envolvendo agentes federais em Minneapolis, Los Angeles e Illinois como motivação para o movimento. A intervenção é alvo de críticas sobre métodos de patrulhamento e prisões.
Quem está envolvido inclui grupos estudantis da University of Minnesota, com apoio de associações de estudantes de comunidades Black, Somali, Liberiana, Etíope e Eritreia, além de sindicatos de trabalhadores. A coordenação é liderada por Kidus Yeshidagna e aliados.
Quando e onde: a chamada ocorre hoje, com ações previstas em cidades como Philadelphia, New York, Milwaukee, Buffalo e Washington DC. Pontes entre universidades, escolas, órgãos governamentais e comércios reservam espaços como praças, prédios públicos e lojas.
Por que ocorre: a greve visa pressionar governos e legislações a rejeitarem o financiamento ao Departamento de Segurança Nacional e solicitarem reformas do ICE, incluindo regras de atuação, fiscalização e respeito aos direitos civis.
Desdobramentos: a mobilização já provocou fechamentos de lojas, restaurantes e comércios em várias cidades. Ações em centros cívicos incluem prefeituras, tribunais e salas de estado, com participação de estudantes de várias regiões.
Solidariedade e adesões: centenas de organizações, sindicatos e grupos estudantis de diferentes estados apoiam a mobilização. Personalidades públicas também divulgaram apoio às ações, ampliando o alcance do movimento.
Contexto político: a greve ocorre em meio a discussões sobre um possível fechamento parcial do governo e resistência de parte do Senado a projetos de financiamento da segurança interna. Pressões para reformas seguem em pauta.
Observação: não foram apresentadas declarações diretas de autoridades governamentais no texto. O objetivo é informar os fatos conhecidos e os movimentos organizados, sem previsão de desfecho ou conclusão.
Entre na conversa da comunidade