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Tebet confirma candidatura, mas destino político depende de Lula

Tebet anuncia saída do Ministério até março para possível candidatura em 2026, avaliando Senado em São Paulo ou Mato Grosso do Sul, conforme Lula

A ministra Simone Tebet. Foto: Gabriela Pires/MPO
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  • A ministra do Planejamento, Simone Tebet, afirmou que deixará o governo até o fim de março para disputar as eleições de 2026.
  • Ela ainda não definiu qual cargo ou em qual estado pretende se candidatar, mantendo São Paulo ou Mato Grosso do Sul como possibilidades.
  • Tebet informou que haverá uma nova rodada de conversas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva antes do Carnaval sobre o tema.
  • O foco da conversa mais recente com Lula foi a possibilidade de candidatura ao Senado, segundo a ministra.
  • Sobre a hipótese de disputar o governo de São Paulo, Tebet destacou que o estado já tem nomes fortes, citando Haddad e Geraldo Alckmin, e disse ter colocado seu destino político à disposição de Lula.

A ministra do Planejamento, Simone Tebet, afirmou que deixará o governo até o fim de março para disputar as eleições de 2026. Ela não definiu o cargo nem o estado onde buscará a candidatura.

Segundo Tebet, as conversas com o presidente Lula estão em andamento, e uma nova rodada de negociações deve ocorrer antes do Carnaval. Ela participou, em São Paulo, do lançamento do Observatório da Qualidade do Gasto Público, no Insper.

A fala sobre uma possível candidatura ao Senado foi mencionada na conversa mais recente com Lula, que avaliaria onde a ministra poderia ter melhor desempenho. Sobre uma eventual candidatura ao governo de São Paulo, Tebet apontou que o estado já dispõe de nomes competitivos.

Ela citou dois nomes relevantes em São Paulo: o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o vice-presidente Geraldo Alckmin, destacando a possibilidade de boa performance para levar a eleição a um segundo turno. Tebet afirmou que colocaria a vontade pessoal de lado.

Por fim, Tebet disse que colocará o destino político nas mãos de Lula, para atender a um projeto político de país. Ela ressaltou a intenção de deixar o ministério e seguir com a agenda eleitoral de 2026.

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