- O presidente Donald Trump assinou em março de 2025 uma ordem executiva para eliminar o que chamou de ideologia “anti-americana” de museus, parques nacionais e monumentos, ordenando a restauração de espaços públicos.
- A medida levou a revisão da sinalização interpretativa em parques nacionais e à remoção de exposições relacionadas à escravidão em alguns locais.
- O Smithsonian passou a sofrer pressões e passou por revisão interna para avaliar tom e enquadramento histórico de exposições, websites e materiais educativos.
- O Kennedy Center foi renomeado para Donald J. Trump e John F. Kennedy Memorial Center for the Performing Arts, com mudanças no conselho e críticas de democratas e familiares de Kennedy.
- Outras ações incluem o fechamento de um museu da Agência de Proteção Ambiental, demissões em conselhos de humanidades e a retirada dos EUA de várias entidades internacionais ligadas à cultura.
Trump redefine instituições históricas e culturais dos EUA
O presidente Donald Trump tem direcionado museus, monumentos e parques nacionais para remover o que classifica como ideologia antiamericana. A série de decretos e ações envolve órgãos federais e entidades independentes de cultura e história.
A cada medida, há consequências práticas: reformas em exposições sobre escravidão, restauração de estátuas confederadas e revisão de conteúdos educativos. Críticos afirmam que tais movimentos podem retroceder avanços de décadas.
Ordem executiva de março de 2025
Trump assinou uma ordem que visa eliminar o que chamou de ideologia antiamericana em instituições como o Smithsonian e o grande complexo museológico associado. A medida orienta o Interior a restaurar parques, monumentos e memoriais que teriam sido alterados recentemente.
Signage e interpretação em parques
Após a ordem, o Interior confirmou revisão de placas interpretativas em parques nacionais. Agentes removeram ou revisaram conteúdos sobre escravidão e tratamento de povos indígenas, a fim de reorientar a narrativa histórica.
Smithsonian sob pressão e Kennedy Center
O Smithsonian recebeu críticas públicas do presidente, que disse que enfrentaria o mesmo tipo de escrutínio de outras instituições. O governo iniciou uma revisão interna de museus, com participação de autoridades. O Kennedy Center passou por mudança de liderança e renomeação, associando o nome ao presidente.
Reações de entidades civis e ações adicionais
Alianças de direitos civis afirmam que tais mudanças representam apagamento de histórias de escravização. Diversos artistas e organizações culturais voltaram a questionar a neutralidade de exposições, placas e conteúdos digitais. Além disso, o governo deslocou recursos de outras áreas culturais, incluindo museus e programas educativos.
Outras iniciativas administrativas
Entre outras medidas, a administração encerrou museus e espaços educativos ligados a agências governamentais, citando cortes de gastos. Em âmbito internacional, os EUA também se retiraram de várias organizações globais, incluindo entidades culturais e de proteção a refugiados, segundo o governo.
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