- Uma juíza federal negou o pedido de Minnesota, cidade de Minneapolis e cidade de St. Paul para encerrar a operação federal de imigração em Minneapolis, conhecida como Operation Metro Surge.
- A operação resultou na morte de duas pessoas: Renee Good, assassinada por um agente do ICE, e Alex Pretti, que também foi morto por agentes federais durante protestos.
- Os demandantes alegaram violação da décima emenda, que garante autonomia dos estados frente a intervenção federal, mas a magistrada Kate Menendez considerou que não houve comprovação suficiente.
- Menendez afirmou que a decisão não julga as táticas da operação, apenas a ausência de evidência de violação à décima emenda.
- O caso ocorre em meio a protestos e críticas sobre o ICE e o CBP, com a apoiadores da administração enfatizando a legalidade da atuação para aplicar leis federais de imigração.
O juiz federal Kate Menendez negou o pedido do governo de Minnesota, de Minneapolis e de St. Paul para encerrar a operação federal de imigração Metro Surge no complexo de Minneapolis. A ação buscava encerrar a presença de 3.000 agentes da ICE na cidade.
A contestação alegava violação da 10ª emenda, que protege a autonomia dos estados frente a intervenção federal.Os autores afirmaram que a operação extrapolou os limites constitucionais ao impor a atuação federal sem base adequada.
Entre os fatos, dois mortos em protestos relacionados à atuação da ICE foram citados: Renee Good, morta por disparo de agente, e Alex Pretti, que também foi morto. As mortes provocaram condenação local e nacional.
Protestos e desdobramentos
A decisão ocorre em meio a mais de 300 protestos anunciados para ocorrer em todos os estados, incluindo a capital, ante a presença de agentes federais. As manifestações são lideradas por organizações civis.
A administração federal manteve o argumento de que os agentes atuam dentro da lei para aplicar normativas migratórias. Embora reconheça impactos na cidade, a juíza não avaliou táticas da operação.
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