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Renan Santos diz que comentário sobre morte de Flávio Bolsonaro era político

Renan Santos afirma que a frase “tem de morrer” sobre Flávio Bolsonaro se refere à morte política, não à violência física, e foi retirada de contexto

Renan Santos, pré-candidato do partido Missão à Presidência da República (Foto: Reprodução/Youtube MBL Oficial)
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  • Renan Santos, dirigente do MBL e pré-candidato à Presidência, afirmou que a frase “tem de morrer” se referia à morte política, e não a violência física.
  • Ele disse que o trecho divulgado foi retirado de contexto durante uma live desta semana, e que houve repercussão negativa pela agressividade.
  • Em redes sociais, Renan manteve as críticas a Flávio Bolsonaro e afirmou não se arrepender do conteúdo político do que disse.
  • O dirigente atribui ao senador decisões que, na visão dele, enfraqueceram o combate à corrupção, citando rachadinhas e articulações políticas.
  • Também mencionou impactos na Lava Jato, a indicação de Augusto Aras à PGR e o fim da CPI da Lava Toga, dizendo que Flávio Bolsonaro e a família seriam “um problema para o Brasil”.

Renan Santos, dirigente do MBL e pré-candidato à Presidência, afirmou nesta semana que uma fala em live sobre o senador Flávio Bolsonaro tinha apenas o objetivo de criticar a atuação política dele, não provocar violência física. Segundo ele, o comentário referia-se a uma morte política.

O conteúdo viralizou nas redes sociais, gerando críticas pelo tom utilizado. Na defesa, o líder do MBL reiterou que a crítica era estritamente política e que não houve apoio a qualquer agressão física.

Renan também reforçou as críticas a Flávio Bolsonaro, sem expressar arrependimento quanto ao conteúdo político. Em suas redes, ele afirmou que o senador deveria deixar de ter influência política e prosseguiu com ataques à atuação de Flávio no cenário nacional.

Entre as acusações mencionadas pelo dirigente, estão denúncias de rachadinhas e a alegação de que decisões do então governo teriam enfraquecido a operação Lava Jato. Ele citou ainda a indicação de Augusto Aras para a PGR e o fim da CPI da Lava Toga, concluindo que Flávio e a família seriam um obstáculo para o país.

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