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Nikolas rebate padre que criticou caminhada, afirma não falar de crime organizado

Nikolas Ferreira rebate padre que criticou a caminhada, afirmando que não falam de crime organizado; ato em Brasília defende anistia a Bolsonaro, sob chuva e raio sem mortes

Caminhada de Nikolas se converteu em palanque para família Bolsonaro
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  • O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) rebateu o padre Ferdinando Mancílio, que criticou a caminhada realizada pelo mineiro.
  • O padre chamou de mentira a justificativa de defesa pela vida e disse que o ato visava apenas obter poder.
  • Nikolas afirmou que “nunca viu” quem critica a politização da fé falar do crime organizado e das armas em mãos de criminosos.
  • Em defesa da arma, o deputado citou exemplos bíblicos, dizendo que a arma pode proteger inocentes, como um policial, mas também matar.
  • A caminhada saiu de Minas Gerais em direção a Brasília; ao chegar, houve ato em defesa da anistia e de Bolsonaro, com chuva e raio que atingiu militantes, sem mortes.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) rebateu críticas de um padre do Santuário Nacional de Aparecida (SP) sobre a caminhada que o mineiro realizou na semana passada. Em vídeo nas redes, ele contesta que o ato tenha relação com defesa de políticas públicas ou com qualquer tom político, mantendo o foco na mobilização de apoiadores.

Segundo Nikolas, as críticas de que a caminhada seria uma politização da fé não procedem, e ele aponta que quem acusa não costuma abordar assuntos como criminalidade ou violência. O deputado afirma ainda que o ato ocorreu de forma ordeira e pacífica, sem ligações com qualquer objetivo além da mobilização que ele define como cívica.

Padre Ferdinando Mancílio, representante do Santuário, disse que o movimento foi utilizado por alguém sem projetos voltados ao povo e classificou a narrativa de defesa da vida como mentirosa. O religioso também criticou a relação entre cristianismo e defesa de armas, enfatizando preocupação com instrumentação de símbolos religiosos.

Nikolas questionou a aplicação de armas na segurança pública, citando exemplos bíblicos para argumentar que o uso de armamento pode tanto proteger quanto tirar vidas. O deputado afirma que não houve desvio de finalidade durante a caminhada e que a segurança de instituições não depende de itens religiosos.

A caminhada partiu de Minas Gerais com destino a Brasília, onde chegou na última sexta-feira. Em 25, ocorreu uma manifestação na capital em defesa da anistia a Jair Bolsonaro (PL) e de pautas associadas ao ex-presidente. O ato foi marcado por chuva intensa e por um raio que atingiu militantes; não houve feridos.

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