- Um abaixo-assinado online, organizado por um coletivo de estudantes, pede a demissão do professor Tassos Lycurgo, titular do Departamento de Artes da UFRN.
- A solicitação é baseada em acusações de falas transfóbicas, consideradas pelos discentes como transfóbicas, desinformativas e conspiratórias.
- O grupo anexou um dossiê e encaminhou uma denúncia à Ouvidoria da universidade, que está em tramitação nos setores competentes.
- Em defesa, Lycurgo diz que a campanha é manobra política e afirma que há pressão de grupos nacionais contra ele, além de relatos de ofensas que recebeu.
- A administração da UFRN não comentou o caso oficialmente até o momento.
Um abaixo-assinado online, organizado por um grupo de estudantes, pede a demissão do professor Tassos Lycurgo, titular do Departamento de Artes da UFRN. A mobilização aponta declarações do docente como transfóbicas em diferentes contextos, segundo o movimento estudantil.
O documento foi divulgado nas redes sociais e inclui um dossiê com supostos fundamentos para o afastamento. A denúncia foi enviada à Ouvidoria da universidade, que não oficializou uma posição pública até o momento.
Segundo o coletivo, as falas do professor são descritas como transfóbicas, desinformativas e conspiratórias. O grupo também cita críticas de Lycurgo ao racismo estrutural e ao ativismo trans como base para o pedido.
O professor Lycurgo nega as acusações, alegando que a campanha é uma manobra política. Em suas declarações, ele afirma que há uma articulação entre militantes da UFRN e um grupo político nacional para pressionar pela expulsão.
Em suas redes, o docente relata ter recebido ofensas que, segundo ele, refletem resistência a opinião contrária. O perfil utilizado pelo professor tem mais de um milhão de seguidores, com participação frequente em debates teológicos.
O conteúdo também aponta divergências sobre liberdade acadêmica e diversidade de pensamento. Lycurgo sustenta que o ambiente universitário deve favorecer o debate, sem expulsões ou censuras.
A administração da UFRN não comentou o caso publicamente. O processo segue em tramitação nos setores competentes da instituição para apuração e avaliação das denúncias.
Entre na conversa da comunidade