- Um relatório da Public Service Alliance aponta que leis de privacidade estaduais oferecem poucas formas de proteger os dados privados de servidores públicos, mesmo com aumento de ameaças.
- Apenas a Califórnia permite, de forma gratuita e em massa, que cidadãos limitem os dados que corretores coletam e vendem sobre eles, por meio da plataforma Delete Request and Opt-out Platform.
- Em outros estados, inclusive para funcionários públicos, é preciso fazer solicitações de exclusão manualmente ou pagar por serviços que prometem fazer isso em nome do usuário.
- No ano passado, dezenas de corretores de dados foram pegos ocultando instruções de remoção de dados dos resultados de busca, dificultando a localização dessas opções pelos consumidores.
- Em 2024, a Consumer Reports avaliou sete serviços de remoção de dados, com custos entre $19,99 e $249 por ano, e constatou eficácia de cerca de dois terços no máximo.
Um novo relatório da Public Service Alliance mostra que leis estaduais de privacidade protegem pouco os dados privados de servidores públicos, mesmo com o aumento de ameaças contra eles.
O estudo aponta que, embora moradores tenham direito a limitar dados de fontes privadas em alguns estados, o caminho nem sempre é simples para cidadãos e servidores.
A Califórnia é o único estado que oferece, gratuitamente, uma plataforma para solicitar a exclusão em massa de informações vendidas por corretores de dados.
Limites de dados e plataformas abertas
Em outros estados, servidores públicos precisam fazer pedidos manuais ou pagar por serviços que prometem excluir dados em nome deles.
Dezena de corretores de dados são vinculados a casos em que instruções de exclusão foram ocultadas do Google, dificultando o acesso de consumidores e usuários.
A avaliação de serviços de exclusão, publicada em 2024, mostrou que sete opções variaram de 19,99 a 249 dólares por ano e tiveram sucesso de cerca de dois terços das tentativas.
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