- Democratas no Congresso prometeram responsabilidade e apresentaram pedidos de justiça a pessoas atingidas por ações de agentes federais durante a ofensiva de imigração, com Republicans ausentes na audiência.
- Luke e Brent Ganger, irmãos de Renee Good — mãe de três — relataram a morte dela em 7 de janeiro, após ser baleada por um agente do Immigration and Customs Enforcement em Minneapolis, e citaram climas de dor que se estendem a familiares e à comunidade.
- Testemunhas cidadãs, Marimar Martinez, Aliya Rahman e Martin Daniel Rascon, descreveram incidentes traumáticos envolvendo agentes, incluindo tiros, agressões e detenção durante deslocamentos em carros.
- Martinez, de Chicago, disse ter sido atingida por cinco tiros; Rahman, que é autista e com lesão cerebral, descreveu agressões e o uso de um punhal para cortar o cinto de segurança; Rascon relatou ter sido alvo de disparos em um veículo com a família.
- Autoridades democratas presentes destacaram a necessidade de responsabilizar os responsáveis e consideraram as falas como um momento moral, enquanto críticas chegaram à ausência de representantes republicanos na sessão.
Democrats em debate em Washington ouviram relatos de violência envolvendo agentes federais durante a ofensiva de imigração associada ao governo de Donald Trump. O fórum ocorreu com a ausência de Republicans.
Os irmãos de Renee Good, Luke e Brent Ganger, falaram sobre a morte da irmã, morta por um agente do ICE em Minneapolis em 7 de janeiro, enquanto ela tentava sair da cena da operação.
Entre os testemunhos, três cidadãos dos EUA narraram experiências traumáticas em veículos, em diferentes locais. Os relatos incluem perseguições, prisões e agressões durante operações de fronteira.
Renee Good, 37 anos, era mãe de três filhos. O episódio levou a protestos na cidade de Minneapolis, onde outro homem de 37 anos, Alex Pretti, foi morto por agentes em 24 de janeiro.
Marimar Martinez, de Chicago, disse ter sido baleada cinco vezes por um agente da patrulha de fronteira. O policial foi visto em mensagens internas como exibindo as fotos de hospital, situação que gerou pedidos de prisão do agente.
Aliya Rahman, que sofre de autismo e lesão cerebral, descreveu ter sido arrastada do carro por cidadãos envolvidos na operação. Ela relatou ameaças com uma faca e apontou tratamento desumanizante durante a detenção.
Martin Rascon, de San Bernardino, relatou que um tiro atingiu o veículo no qual viajava com familiares, em agosto. Os depoimentos foram apoiados por representantes democratas que pediram responsabilização.
O debate também evidenciou críticas a autoridades do governo pelos procedimentos e pela condução das investigações. Representantes elogiaram as testemunhas e disseram que buscarão justiça e tranquilidade para as famílias.
Alex Padilla, senador, lamentou a ausência de colegas republicanos e ressaltou a necessidade de transparência e responsabilização. Os relatos foram recebidos como momento decisivo para o tema.
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