- Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal prenderam o ex-presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, na divisa entre Rio de Janeiro e São Paulo, durante tentativa de fuga, no âmbito das investigações sobre o caso do Banco Master.
- Jurista Wálter Maierovitch afirma ao UOL News que, por ele ter sido preso em flagrante tentando fugir, não cabe liminar em habeas corpus para a situação.
- Segundo Maierovitch, a ausência de liminar pode facilitar uma delação premiada caso o ex-presidente opte por colaborar com as autoridades.
- O comentário ressalta a gravidade do desfalque envolvendo fundos de previdência e a possível responsabilização por impactos no sistema financeiro nacional.
A Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal prenderam hoje o ex-presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, na divisa entre Rio de Janeiro e São Paulo. A prisão ocorreu no âmbito das investigações sobre o caso Banco Master, durante a tentativa de fuga do investigado.
Antunes foi abordado pela força-tarefa ao tentar fugir do estado. A ação envolve a apuração de desfalques em fundos de previdência, com desdobramentos sobre a gestão do Rioprevidência.
Segundo o jurista Wálter Maierovitch, há entendimento consolidado de que não cabe liminar em habeas corpus para pessoas presas em flagrante ao fugirem. Isso reduziria a possibilidade de soltura imediata e pode favorecer colaborações futuras.
Contexto do caso
A investida está ligada a um desvio de recursos de previdência, com desdobramentos para o que ficou conhecido como Banco Master. A gravidade do desfalque é apontada por especialistas consultados, reforçando a necessidade de continuidade das apurações.
As informações foram obtidas a partir de relatos do UOL News, que destacou a análise de Maierovitch sobre a impossibilidade de conceder habeas corpus em situações de fuga. A cobertura segue com as próximas fases da investigação.
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