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Prisão de ex-presidente da Rioprevidência amplia investigações no caso Master

Prisão de ex-presidente da Rioprevidência amplia crimes apurados no caso Master, com obstrução de investigação e ocultação de provas, sob investigação da PF e do STF

O diretor-presidente da Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes — Foto: Rioprevidência/Divulgação
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  • A prisão de Deivis Marcon Antunes, ex-presidente da Rioprevidência, ocorreu em uma estrada no interior do Rio de Janeiro, em operação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal.
  • O mandado está ligado a um aporte próximo de quase R$ 1 bilhão usado na compra de letras financeiras do banco de Daniel Vorcaro.
  • A ação amplia o conjunto de crimes sob investigação no caso Master, incluindo obstrução de investigação e ocultação de provas.
  • Na mesma linha, a Polícia Federal instaurou inquérito para apurar gestão fraudulenta de instituição financeira, envolvendo o Banco Regional de Brasília (BRB) na tentativa de comprar o Master.
  • O Banco Central já tinha barrado esse negócio em novembro de 2025, e há várias frentes de apuração, com possibilidade de encaminhamentos diferentes entre instâncias, dependendo de foro e desdobramentos.

A Justiça Federal do Rio de Janeiro prendeu o ex-presidente da Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, em uma operação que apura possíveis fraudes na instituição. A prisão ocorreu em uma estrada no interior do estado, após ação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. A investigação é ligada ao caso conhecido como Master.

Os investigadores trabalham com indícios de que houve aporte próximo de 1 bilhão de reais, utilizado na compra de letras financeiras de Daniel Vorcaro. A prisão não foi decretada pelo STF, e sim pela Justiça Federal. Além de obstrução de investigação, também é estudada a possível ocultação de provas.

Na mesma semana, a PF instaurou inquérito sobre a gestão de risco no Banco Regional de Brasília, ligado à tentativa de aquisição do Master por parte do BRB. O BC barrou a operação em 2025, declarando a liquidação do BRB e encerrando a atuação dos controladores. A apuração envolve gestão fraudulenta, falsificação de documento público e associação criminosa.

Ao longo do caso Master, já existem quatro frentes de apuração em andamento, com investigações em primeira instância e no STF. As ligações entre os envolvidos podem ditar a continuidade das ações no tribunal superior ou em instâncias regionais, conforme os desdobramentos das perícias, como a análise de celulares de Vorcaro.

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