- Tom Homan, coordenador da fronteira na Casa Branca, disse que cerca de 700 agentes federais deixarão Minnesota, sobrando aproximadamente 2.000 agentes no estado.
- A redução ocorre enquanto condados negociam maior coordenação com autoridades federais, ainda sem clareza sobre quais condados concordaram.
- O Minnesota Star Tribune informou que o acordo prevê que prisões de condados mantenham imigrantes por até 48 horas após a data de saída do estado; Homan afirmou que os acordos não manteriam pessoas além das sentenças.
- Condutores que participarem notificariam agentes de imigração antes da liberação, permitindo que estes buscassem as pessoas na prisão, reduzindo as operações de campo.
- O governador Tim Walz afirmou ter se encontrado com Homan e que espera redução do número de agentes no estado, buscando maior atuação em casos de violentos condenados, sem apenas retórica e com provas no terreno.
Tom Homan, chefe do setor de imigração na White House, anunciou que cerca de 700 agentes federais deixariam Minnesota. O recuo é significativo, mas ainda deixaria aproximadamente 2.000 agentes no estado, bem acima dos níveis habituais para a região.
A redução ocorre enquanto os condados negociam com autoridades federais sobre maior coordenação. Ainda não está claro quais condados teriam aceitado o acordo de cooperação com as autoridades de imigração.
Segundo o Star Tribune, as negociações visam manter imigrantes por até 48 horas após o término da custódia estadual. Homan afirmou que os acordos não prolongariam a detenção além das sentenças previstas.
Sheriffs que aceitarem participar informariam as ações de ICE antes da liberação, permitindo que agentes busquem a pessoa na cadeia. Isso reduziria a necessidade de operações de campo com mais agentes.
Desdobramentos políticos e operacionais
Na terça-feira, o governador Tim Walz afirmou, em coletiva, que havia conversado com Homan pela manhã. Walz disse esperar a redução de agentes no estado e maior foco em investigações de assassinatos envolvendo agentes federais.
Walz ressaltou que não se trata de uma mudança de posição do governo federal, mas de ajustes decorrentes de questões políticas. Ele afirmou buscar resultados verificáveis no terreno, não apenas declarações.
O governador também enfatizou a necessidade de manter números estáveis, com cerca de 100 a 150 agentes atuando no estado, concentrados em casos com violência comprovada.
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