- A defesa de Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes a concessão de prisão domiciliar, alegando piora no quadro de saúde.
- Os advogados citam episódios eméticos e crise de soluços acentuada como parte do agravamento clínico.
- Eles solicitam que a Superintendência da Polícia Federal junte, com urgência, o laudo pericial aos autos para que o assistente técnico da defesa possa emitir parecer.
- Em janeiro, Moraes determinou a transferência de Bolsonaro para a Papudinha e a realização de junta médica para avaliar a saúde e possível hospital penitenciário.
- A perícia deve confirmar se a estrutura da nova unidade atende ao tratamento necessário ou se é necessária internação em hospital prisional; o prazo inicial era de dez dias, mas houve pedido de mais tempo por dificuldades de acesso a documentos.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu novamente, nesta quarta-feira (4), ao ministro do STF Alexandre de Moraes a concessão de prisão domiciliar. A peça sustenta que o ex-chefe do Planalto apresenta piora no quadro de saúde, com episódios de vômito e uma crise de soluços acentuada.
Os advogados afirmam que tais informações indicam necessidade de avaliação médica detalhada. Eles solicitam que a Superintendência da Polícia Federal seja intimada para juntada de laudo pericial aos autos, visando viabilizar parecer do assistente técnico da defesa.
Em janeiro, Moraes determinou a transferência de Bolsonaro para a penitenciária da Papudinha e determinou que a PF promovesse uma junta médica para avaliar o estado de saúde do ex-presidente.
A perícia tem como objetivo definir se a estrutura da nova unidade é suficiente para o tratamento médico de Bolsonaro ou se há indicação de internação em hospital do sistema prisional. Moraes estipulou prazo de 10 dias para conclusão, prazo que inicialmente foi ampliado.
Segundo a defesa, houve dificuldade no acesso a documentos sobre o quadro clínico do ex-presidente, o que motivou a solicitação de prazo adicional para a conclusão da avaliação. O pedido de prisão domiciliar permanece sob análise do STF.
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