- Ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça, é investigado por importunação sexual após uma jovem de 18 anos acusá-lo de abordagem no mar em Balneário Camboriú (SC).
- A vítima afirma que o ministro a puxou pela lombar e forçou contato três vezes; ele nega as acusações.
- O caso tramita em sigilo e foi registrado na Polícia Civil de São Paulo; o CNJ foi informado e o processo também foi encaminhado ao STF, por foro privilegiado.
- A jovem relatou o ocorrido aos pais em janeiro; a família procurou a polícia dias depois e registrou a ocorrência com a presença de advogados.
- As defesas afirmam que o Ministério e a família aguardam apurações rigorosas e o desfecho pelas vias competentes; o CNJ ressalta o sigilo para proteger a vítima.
O ministro Marco Aurélio Gastaldi Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), é alvo de investigação por importunação sexual após uma jovem de 18 anos o acusar de abordar e forçar contato físico no litoral de Balneário Camboríú. O fato teria ocorrido em janeiro, durante a estadia da família da vítima na residência do ministro, conforme apurado pela imprensa.
A garota relatou ter sido puxada pela lombar pelo ministro enquanto estava no mar e disse ter tentado se soltar sem sucesso em duas ocasiões. Ela informou aos pais o que ocorreu, e a família do ministro também esteve no local. Os familiares teriam deixado o imóvel no mesmo dia, e a vítima registrou ocorrência na Polícia Civil de São Paulo em 14 de janeiro, com a participação de advogados.
As apurações estão em sigilo, conduzidas pela Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ). A investigação já incluiu depoimentos da jovem e de sua mãe, segundo informações da TV Globo. O caso tramita com prioridade para salvaguardar a intimidade da vítima, conforme nota oficial do CNJ.
Quem é Marco Buzzi
Marco Buzzi tem 68 anos e está no STJ desde 2011, ocupando vaga herdada após aposentadoria de ex-ministro. Natural de Timbó (SC), possui formação avançada em Direito Público, com especialização em áreas ligadas à gestão e às instituições jurídicas.
O que envolve o processo agora
A acusação está catalogada como importunação sexual, com pena prevista de 1 a 5 anos de reclusão em caso de condenação. A defesa do ministro afirmou não reconhecer as insinuações e afirmou ter ficado surpresa com o conteúdo divulgado. A defesa da jovem pediu rigor nas apurações e no desfecho processual.
Em relação às informações oficiais
O CNJ informou que o caso tramita na Corregedoria Nacional de Justiça em sigilo, para proteger a vítima e evitar exposição indevida. A correição está coletando depoimentos no âmbito do processo, mantendo o conteúdo sob reserva de justiça. O STJ e o STF também acompanham o andamento por envolver foro privilegiado.
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