- A ministra Simone Tebet afirmou que não vê Haddad escapar de concorrer em São Paulo, ressaltando que o quadro não fecha sem ele.
- Tebet fez o comentário durante o evento de assinatura do pacto contra o feminicídio, em Brasília, na quarta-feira.
- Ela tem intenção de disputar o Senado por São Paulo, defendendo ainda a inclusão de mais um nome forte ligado ao presidente Lula.
- A ministra não descartou concorrer pelo Mato Grosso do Sul, já que a mudança de domicílio eleitoral pode ocorrer até abril.
- Para Tebet, em São Paulo seriam necessários pelo menos dois nomes fortes do governo para enfrentar o governador Tarcísio de Freitas na reeleição; citou Haddad e Alckmin como possibilidades.
A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, afirmou a jornalistas em Brasília nesta quarta-feira que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, não deve evitar concorrer em São Paulo. Segundo Tebet, o cenário no estado não estaria completo sem a participação dele na disputa.
Durante o evento de assinatura do pacto contra o feminicídio, Tebet disse que o ministério da Fazenda é essencial para a chapa governista no estado. Ela ressaltou que, para enfrentar o governador Tarcísio de Freitas, é preciso ter mais de um nome forte ligado ao governo.
A senadora pelo Mato Grosso do Sul tem indicado, publicamente, a intenção de disputar o Senado por São Paulo, integrando a base da coalizão governista. Em caso de mudança de domicílio eleitoral, a troca pode ocorrer até abril. Tebet não descartou, porém, disputar novamente por MS.
Contexto político
Para Tebet, a eleição paulista exigiria pelo menos dois nomes fortes ligados ao governo para competir com a reeleição de Tarcísio de Freitas. Ela enfatizou a expressão de que uma única liderança não seria suficiente para o pleito. Tebet já mencionou Haddad e Geraldo Alckmin como potenciais nomes influentes no campo governista.
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