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STJ abre sindicância para apurar conduta de ministro por importunação sexual

STJ abre sindicância para apurar conduta de ministro acusado de importunação sexual envolvendo uma jovem de 18 anos em Balneário Camboriú; caso também será analisado pelo STF

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Aurélio Buzzi. Foto: Luiz Silveira/Agência CNJ
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  • O Superior Tribunal de Justiça abriu sindicância para apurar conduta do ministro Marco Aurélio Buzzi por importunação sexual.
  • Os ministros Raul Araújo, Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira foram sorteados para compor a comissão de apuração.
  • A instauração da sindicância foi aprovada por unanimidade em sessão extraordinária do STJ.
  • A acusação envolve suposto assédio a uma jovem de 18 anos durante passeio em Balneário Camboriú, Santa Catarina; a vítima estaria hospedada com a família na casa do ministro.
  • Além do STJ, o caso será analisado pelo Supremo Tribunal Federal, com o ministro Kassio Nunes Marques designado como relator.

O Superior Tribunal de Justiça abriu uma sindicância para apurar acusações de importunação sexual contra o ministro Marco Aurélio Buzzi. A decisão foi tomada por unanimidade pelo Pleno, em sessão extraordinária, nesta quarta-feira, 4.

Os ministros Raul Araújo, Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira foram sorteados para compor a comissão responsável pela apuração. O processo fará análise detalhada dos fatos atribuídos ao ministro.

A acusação envolve suposto assédio a uma jovem de 18 anos durante passeio em Balneário Camboriú, em Santa Catarina. A vítima estaria hospedada com a família na residência do ministro, segundo informações divulgadas pelo portal Metrópoles.

Marco Aurélio Buzzi negou as acusações em nota, afirmando ter sido surpreendido pelo conteúdo das insinuações. O ministro afirma que as informações divulgadas não correspondem aos fatos e que repudia qualquer ilação de ato impróprio.

Além da apuração no STJ, o caso também será analisado pelo Supremo Tribunal Federal. O ministro Kassio Nunes Marques foi sorteado como relator da Corte para o caso.

A investigação no STJ busca esclarecer a conduta e determinar responsabilidades, se houver. O andamento da sindicância não tem prazo divulgado pela instituição.

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