Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

CPMI do INSS adia apuração sobre Master e aliados de Lula e Bolsonaro

CPMI do INSS adia análise de quebras de sigilo ligadas ao Banco Master e a aliados de Lula e Bolsonaro; votação não tem data definida

O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS
0:00
Carregando...
0:00
  • A CPMI do INSS adiou a análise de 21 requerimentos de quebra de sigilo ligados ao Banco Master, Credcesta e aliados de Lula e Bolsonaro, mantendo em pauta 57 dos 78 itens já aprovados.
  • A decisão ocorreu em acordo entre lideranças e deve postergar a votação para outra data, com o objetivo de restringir o escopo das investigações.
  • Entre os alvos dos requerimentos adiados estão Onyx Lorenzoni, Pietro Lorenzoni e Enrique Lewandowski (filho de ex-ministro Lewandowski), além de empresas ligadas ao Banco Master.
  • O presidente da CPMI, Carlos Viana, sinalizou que novas convocações ficarão para depois do Carnaval, mencionando a possibilidade de chamar Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha) e avaliar ligação de Flávio Bolsonaro aos fatos.
  • Também foram aprovados pedidos para envio de representações ao Judiciário visando medidas cautelares e para acesso a relatórios do Coaf, abrangendo entidades e pessoas ligadas ao esquema de descontos indevidos em benefícios do INSS, com períodos que vão de 2015 até o ano corrente.

A CPMI do INSS adiou a análise de requerimentos de quebra de sigilo ligados ao Banco Master e a aliados do presidente Lula e do ex-presidente Bolsonaro. A decisão ocorreu em audiência realizada hoje, após acordo entre as legendas.

Ao todo, havia 78 requerimentos na pauta. Sessão aprovou 57 itens para permitir à comissão identificar participantes das fraudes, rastrear o caminho do dinheiro e pedir medidas judiciais contra investigados por descontos indevidos em benefícios do INSS.

Outros 21 requerimentos foram retirados da pauta e devem ser votados em data futura, conforme decisão da presidência da CPMI em acordo com os líderes partidários.

Itens adiados e alvos

Os requerimentos adiados envolvem quebras de sigilo e acesso a dados do Banco Master, ligando-se a empresas como Credcesta e a figuras politicamente expostas, entre elas Onyx Lorenzoni e Pietro Lorenzoni, além de Enrique Lewandowski, filho do ex-ministro Ricardo Lewandowski.

Contexto da reunião

O presidente da CPMI, Carlos Viana, afirmou que houve conversa com o ministro Dias Toffoli para restringir o escopo das investigações, mantendo o foco nos descontos indevidos nas contas dos aposentados.

Possíveis convocações futuras

O anúncio também informou que novas convocações devem ficar para depois do Carnaval. Entre os citados para eventual comparecimento está o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, segundo pessoas envolvidas nas apurações.

Ações do Judiciário e prazos

A CPMI autorizou o envio de representações ao Judiciário para medidas cautelares contra investigados, como prisão preventiva, proibição de saída do país e retenção de passaportes, sempre sujeitos à análise do Judiciário.

Entre os alvos estão Américo Monte Júnior, Anderson Cordeiro de Vasconcelos, Felipe Macedo Gomes, Igor Dias Delecrode, Marco Aurélio Gomes Júnior e Mauro Palombo Concilio, apontados como integrantes do núcleo de dirigentes de entidades investigadas.

Quebras de sigilo e dados financeiros

Foram aprovados requerimentos para quebra de sigilos bancário e fiscal, com acesso a Relatórios de Inteligência Financeira junto ao Coaf. Os pedidos atingem empresas, associações, escritórios de advocacia e pessoas físicas ligadas ao esquema. Entre os alvos aparecem Cobap, JT Corretora LTDA, AMX Soluções, igreja evangelica, Aston Bank e Eric Fidelis Advocacia.

Amplo período de apuração

Os pedidos abrangem períodos que vão de 2015 até o ano vigente, permitindo à CPMI reconstruir o funcionamento do esquema de fraudes no INSS. A intenção é mapear atuação de entidades, escritórios e pessoas ligadas ao caso.

Cooperação com o sistema financeiro

A CPMI também solicitará dados à Febraban para entender empréstimos consignados e mecanismos de autorregulação do sistema financeiro, buscando um histórico mais completo das fraudes apuradas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais