- Lula afirmou ter conversado com o filho Fábio Luís após as alegações sobre o INSS e disse que ele deve se defender ou pagar caso haja envolvimento.
- Ele relatou ter dito ao filho: “só você sabe a verdade. Se tiver alguma coisa, você vai pagar o preço; se não tiver, defenda-se”.
- Lulinha foi citado durante as investigações por pessoas ouvidas pela Polícia Federal; ele nega qualquer relação com o caso.
- A CPMI do INSS rejeitou, em 4 de dezembro, o requerimento de convocação dele, com dezenove votos contrários e doze favoráveis.
- Lula elogiou a Polícia Federal e afirmou que, se bem orientada, ela presta um serviço à sociedade; caso seja mal orientada, pode ter falcatrua.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ter conversado com o filho Fábio Luís sobre as alegações de envolvimento no esquema de fraudes no INSS. Segundo Lula, ele deixou claro ao filho que, se houver qualquer participação, ele deverá responder pelos atos; caso não haja, que se defenda. O relato foi dado em entrevista à jornalista Daniela Lima, do UOL.
Lulinha foi citado ao longo das investigações por pessoas ouvidas pela Polícia Federal. O filho do presidente nega qualquer ligação com o esquema. Em 4 de dezembro, a CPMI do INSS rejeitou o requerimento de convocaçao de Lulinha para prestar esclarecimentos, com 19 votos contrários e 12 favoráveis.
O presidente destacou a importância da atuação da Polícia Federal, dizendo que quem trabalha com ele sabe que agir dentro da legalidade é essencial para não ser incomodado. Lula elogiou a PF quando bem orientada e ressaltou que, orientada corretamente, a instituição presta um serviço relevante à sociedade.
A CPMI do INSS havia apresentado, por meio do partido Novo, a sugestão de convocar Lulinha para esclarecer relações com operações financeiras. A rejeição da convocação ocorreu no plenário da comissão, marcando o desfecho parcial de uma das frentes de investigação.
Segundo Lula, a postura do governo permanece de apoio à apuração e de respeito às causas legais. O presidente também enfatizou a necessidade de agir com seriedade para cumprir o que é exigido pela lei e pela opinião pública.
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