- O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) discursou no Parlamento Europeu na terça-feira, 3 de fevereiro, denunciando censuras políticas no Brasil e defendendo fiscalização constante do poder estatal.
- Ferreira afirmou que a liberdade de expressão é base das demais liberdades e que o poder deve ser supervisionado, confrontado e questionado, destacando que liberdade não é concessão do Estado.
- Ele citou George Washington para sustentar que, quando se tira o direito de expressão, a sociedade fica silenciada e vulnerável.
- Entre os casos citados, o deputado mencionou a suspensão de suas redes sociais após as eleições de 2022, alegando que pediu uma investigação da Justiça Eleitoral sobre irregularidades no voto eletrônico.
- Ferreira também mencionou críticas recebidas ao alertar sobre banheiros unissex em locais públicos e sobre monitoramento de transações pelo Pix, encerrando com a afirmação de que a Europa precisa “reivindicar um nome acima de tudo, que é Jesus”.
Nikolas Ferreira participa do Parlamento Europeu e aborda censura e perseguição política no Brasil. O deputado federal pelo PL-MG discursou na terça-feira, 3 de fevereiro, na sessão realizada em Bruxelas. O foco foi a defesa da fiscalização constante sobre o poder estatal e a defesa da liberdade de expressão.
Ferreira afirmou que sociedades livres precisam supervisionar o poder e questionar o Estado. Segundo ele, a liberdade de expressão é base das demais liberdades, e sua erosão ocorre de forma gradual quando o medo substitui a coragem. O parlamentar citou referências históricas para sustentar o argumento.
O discurso enfatizou a atuação do Parlamento e a importância de parlamentares falarem, perguntarem e denunciarem sem censura. Ferreira alegou que o silêncio de um parlamentar representa o silêncio do cidadão que ele representa. Afirmou ainda que a liberdade deve ser plena.
Casos apresentados
O deputado mencionou a suspensão de suas redes sociais após as eleições de 2022. Alega ter solicitado à Justiça Eleitoral uma investigação sobre alegações no sistema de votação eletrônica, sem afirmar fraude ou incentivar violência. A suspensão, segundo ele, configuraria censura.
Outro ponto relatado envolve críticas feitas ao então ministro Silvio Almeida, sobre acusações de divulgação de fake news relacionadas a banheiros unissex. Ferreira disse que a medida constava de resolução pública de um conselho federal.
Ferreira ainda mencionou o monitoramento de transações pelo sistema Pix, apontando que a prática viria a se confirmar conforme reportagens de veículos da imprensa. O discurso encerrou mantendo o tom conservador e destacando a relevância de valores religiosos no debate público, com a menção de Jesus como referência.
Entre na conversa da comunidade