- Downing Street confirmou a permanência de Morgan McSweeney como chefe de gabinete de Keir Starmer, apesar de pedidos de demissão após a nomeação de Peter Mandelson como embaixador nos EUA.
- Starmer pediu desculpas às vítimas de Jeffrey Epstein pela nomeação de Mandelson, próximo de Epstein, destacando a controvérsia em torno do veto de documentos de segurança.
- Membros do Partido Trabalhista criticam a continuidade de McSweeney, alegando que manter o chefe de gabinete tornaria o cargo do líder “insustentável” em meio ao acúmulo de críticas.
- Haverá atraso na divulgação de documentos de sanidade (“vetting”) relacionados a Mandelson, com possibilidade de levar semanas, conforme autoridades e conversas com o comitê de inteligência.
- O controle dos documentos ficará, no procedimento, com o comitê de inteligência e segurança (ISC), que decidirá o que pode ser publicado; no momento, há disputas entre governo e ISC sobre o processo.
Morgan McSweeney, chefe de gabinete do primeiro-ministro, permanece sob avaliação interna após a nomeação de Peter Mandelson como embaixador dos EUA, mesmo com pressão de deputados trabalhistas para que ele seja afastado. O governo afirma manter a confiança no staff de Starmer, em meio à demora para divulgação de documentos de vetting.
A proibição de liberações rápidas de papéis de Mandelson gerou descontentamento entre parlamentares do Labour, que consideram a situação insustentável se McSweeney permanecer no cargo. Ainda há cobranças sobre a clareza do processo de verificação.
Ato de contrapeso e desculpas
O líder trabalhista pediu desculpas às vítimas de Jeffrey Epstein pela nomeação de Mandelson, amigo próximo do condenado por abuso sexual infantil. A fala ocorreu após um acordo conturbado na Câmara para abrir os documentos de vetting relacionados à nomeação.
Documentos e processo de vetting
Esforços para publicar os documentos foram adiados para ainda a próxima semana, com estimativas de que haja mais mensagens e arquivos a serem analisados. Autoridades indicam que o volume pode atrasar ainda mais o andamento do processo.
Comissão de Inteligência e Segurança (CIS)
A Câmara propôs que a decisão sobre retenção ou divulgação de informações seja da CIS, fortalecendo a participação parlamentar. A comissão recebeu garantia de acesso a materiais sensíveis, segundo carta dos responsáveis.
Política e mercado
O atraso na divulgação contribuiu para incerteza política e elevou custos de financiamento de curto prazo, segundo analistas. O governo tenta manter o foco em mensagens sobre custo de vida, diante da volatilidade causada pelo tema Mandelson.
Reações de parlamentares e oposição
Alguns ministros defendem que o governo tome decisões apenas com base na avaliação policial, enquanto a maioria aguarda o desfecho oficial. Líderes de oposição têm discutido medidas adicionais, incluindo no confiança no governo.
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