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Oposição e governistas apoiam decisão de Dino que suspende penduricalhos

Ministro Flávio Dino suspende penduricalhos do serviço público; parlamentares de oposição e governistas celebram fim dos supersalários e regulamentação

Esplanada dos Ministérios em Brasília com o Congresso Nacional ao fundo
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  • O ministro Flávio Dino, do STF, suspendeu os penduricalhos do serviço público nesta quinta-feira (05).
  • A decisão ocorreu dois dias após o Congresso aprovar projeto que prevê pagamentos de até R$ 77 mil mensais a servidores da Câmara e do Senado, acima do teto de R$ 46 mil.
  • Parlamentares de oposição e governistas elogiaram a medida, dizendo que era hora de regular supersalários e benefícios.
  • Nas redes, Rogério Marinho elogiou; Carlos Portinho parabenizou; Renan Calheiros apoiou; Tabata Amaral disse que é vitória, mesmo tendo votado não; Fernanda Melchionna declarou apoio.
  • Zeca Dirceu afirmou que já passou da hora de suspender penduricalhos e que a bancada luta pela medida.

O ministro Flávio Dino, do STF, suspendeu nesta quinta-feira (05) os penduricalhos do serviço público. A decisão impede o pagamento de benefícios que extrapolam o teto remuneratório.

A medida chegou dois dias após a Câmara e o Senado aprovarem um projeto que autorizava supersalários de até R$ 77 mil mensais para servidores, acima do teto de R$ 46 mil. A suspensão vale até decisão final.

Ação envolve parlamentares de oposição e do governo, que repercutiram a decisão de forma favorável nas redes. A postura foi classificada como necessária para regulamentar remunerações.

Rogério Marinho (PL-RN) afirmou que a decisão representa um passo correto para o controle de gastos e combate a privilégios, segundo mensagens publicadas nas redes sociais. Ele não havia registrado voto contra o PL no Senado.

Carlos Portinho (PL-RJ) parabenizou Dino pela decisão e disse que esperava avançar com o fim dos supersalários na CCJ, ressaltando que a medida precisa seguir. Portinho não votou contra o PL no plenário.

Renan Calheiros (MDB-AL) elogiou a atuação do ministro, destacando uma visão saneadora dos estadistas, lembrando que na época em que presidia o Senado ninguém recebia acima do teto. Ele não comentou o voto no plenário.

Tabata Amaral (PSB-SP) descreveu a decisão como grande vitória e citou projetos de sua autoria que buscam o fim dos supersalários; porém, votou contra o PL no plenário.

Fernanda Melchionna (PSOL-RS) usou as redes para criticar a farra com recursos públicos, afirmando que Dino encerrou privilégios que não interessam à população. Ela esteve presente, mas não votou contra o PL.

Zeca Dirceu (PT-PR) destacou, em redes, que já era hora de suspender penduricalhos e que a bancada luta há tempos pela votação de uma medida nesse sentido. Dirceu não participou da votação do aumento de salários.

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