- Advogado de Rumble e Trump Media pediu à Justiça dos EUA que intime o ministro Alexandre de Moraes por e-mail institucional do STF, alegando que ele bloqueou outros canais de contato.
- O pedido ocorre após relatos de retorno da plataforma no Brasil, que supostamente não recebeu notificação oficial da Justiça brasileira sobre levantamento da proibição.
- Em fevereiro do ano passado, Moraes estabeleceu três requisitos para o retorno: representante legal no Brasil, bloqueio de perfis na plataforma (incluindo o de Allan dos Santos) e pagamento de multas.
- O caso envolve a contestação de autoridades brasileiras pelas empresas estrangeiras, que afirmam que as ordens violam soberania, Constituição e leis dos EUA, ao exigir remoção de conteúdos, dados de usuários e interrupção de transações.
O advogado que representa o Rumble e a Trump Media, do ex-presidente norte-americano, pediu à Justiça dos EUA que intime o ministro Alexandre de Moraes por meio do e-mail institucional do STF. A solicitação acontece após relatos de possível retorno da plataforma de vídeos ao Brasil.
Segundo o pedido, o Rumble não recebeu notificações oficiais sobre a suspensão nem sobre multas diárias impostas no país. A defesa afirma que qualquer mudança deve ser confirmada pelos canais legais apropriados e reforça o compromisso com a liberdade de expressão e o Estado de Direito.
A plataforma foi suspensa no Brasil em fevereiro do ano passado, após Moraes estabelecer três requisitos para o retorno: representante legal no Brasil, bloqueio de perfis relevantes e pagamento de multas. Empresas estrangeiras ajuizaram ação nos EUA contra as ordens brasileiras, alegando violação da soberania e das leis norte-americanas.
Pedido à Justiça dos EUA
Nesta semana, Martin de Luca, advogado das empresas, protocolou novo requerimento solicitando a intimação de Moraes pelo e-mail do STF. O argumento é que o magistrado já utilizou esse canal para notificações de remoção de conteúdo, sob ameaça de multas e suspensão.
O documento cita que o réu já usou o mesmo canal para comunicar as autoridades sobre ordens de remoção de conteúdo. A defesa sustenta que esse meio seria confiável para efeitos de notificação e cumpre finalidade processual.
Entre na conversa da comunidade