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Haddad apoia decisão de Dino contra penduricalhos ilegais na Bahia

Em Salvador, Bahia, Haddad diz que decisão de Dino é correta, que a solução virá do Congresso e que defende teto para verbas indenizatórias

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defende tributação maior das bets no Brasil. — Foto: Reuters via BBC
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  • O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a decisão de Flávio Dino de suspender e revisar penduricalhos ilegais dos Três Poderes foi acertada.
  • Haddad disse que a solução final virá do Congresso e que o órgão deve regulamentar a matéria.
  • O ministro reiterou que há três anos defende uma legislação para regular verbas indenizatórias, que são ressarcimentos por gastos de servidor.
  • Ele destacou que o número de auxílios chega a mais de trinta, o que considera não razoável, defendendo a implantação de um teto para esse tipo de indenização.
  • Haddad estava em Salvador, participando de reunião do Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores; as declarações foram feitas após o evento.

Fernando Haddad, ministro da Fazenda, afirmou que a decisão do STF, representada pela suspensão e revisão dos penduricalhos ilegais dos Três Poderes, é correta. Disse que a decisão está alinhada com a necessidade de regulamentação.

O ministro destacou que a solução final para o tema deve sair do Congresso, ressaltando que a regulamentação precisa ser construída no âmbito legislativo. A afirmação foi feita durante entrevista coletiva em Salvador.

Haddad voltou a defender uma legislação capaz de estabelecer regras para verbas indenizatórias. Segundo ele, o ressarcimento não pode carecer de limites, já que o benefício envolve despesas de servidor em cumprimento de funções, com números de auxílios que chegam a mais de 30.

O comentário foi feito enquanto Haddad participa, em Salvador, de reunião do Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores. As declarações foram dadas a jornalistas após o encerramento de uma atividade partidária.

A discussão sobre teto para as verbas e a necessidade de regras não é recente, mas ganha novo impulso com a posição do ministro Flávio Dino, que pediu a suspensão de penduricalhos considerados ilegais. O tema caminha para encaminhamentos no Congresso.

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