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Ministro do Trabalho recebeu arquivos de inteligência sobre jornalistas

Ministro do governo recebeu arquivos de jornalistas que investigaram thinktank que ajudou Starmer; dossiers foram entregues a Josh Simons quando conduzia Labour Together

Disclosures about Simons’ personal knowledge of the private investigation present another major challenge for Keir Starmer and Morgan McSweeney.
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  • Um ministro do governo inglês recebeu arquivos de inteligência sobre jornalistas que investigavam um think tank ligado à liderança do Labour.
  • Os documentos foram entregues a Josh Simons, atual ministro do Cabinet Office, quando ele presidia o Labour Together.
  • A APCO Worldwide produziu relatórios sobre jornalistas do Guardian e do Sunday Times que haviam coberto irregularidades no financiamento do think tank.
  • As informações chegaram a Simons por meio de um briefing da APCO, incluindo apuração sobre as fontes das reportagens.
  • A awarded gestão de Morgan McSweeney, chefe de gabinete do primeiro-ministro, e a relação com o Labour Together estão sob escrutínio após a divulgação das investigações.

Um ministro trabalhista teve acesso a arquivos de inteligência sobre jornalistas, obtidos durante a apuração de um think tank ligado à vitória de Keir Starmer. Os documentos foram entregues a Josh Simons, na época presidente do Labour Together, segundo informações de fontes.

Simons atualmente atua no Pacto do Gabinete, e é próximo de Morgan McSweeney, chefe de gabinete do primeiro-ministro. McSweeney já liderou o Labour Together, e também está sob escrutínio por sua participação na operação de levantamento de informações sobre jornalistas.

Os papéis, produzidos pela empresa de relações públicas APCO Worldwide, contêm relatórios sobre jornalistas do Guardian e do Sunday Times que haviam coberto irregularidades no financiamento do think tank. A APCO também buscava identificar fontes das reportagens, de acordo com as fontes.

Entre os conteúdos da APCO estavam análises sobre jornalistas que investigaram o Labour Together e rubricas sobre possíveis vazamentos de dados. Simons recebeu um briefing com o relatório final, segundo pessoas próximas, incluindo achados baseados na investigação dos repórteres.

A divulgação sobre o conhecimento de Simons sobre a investigação particular representa novo desafio para Starmer e McSweeney após críticas recentes a ligações entre Peter Mandelson e Jeffrey Epstein. O queixo sobre o uso de dados privados permanece sob escrutínio político.

O Labour Together, sob a liderança de Simons desde 2020, desempenhou papel importante na vitória de Starmer e manteve alinhamento próximo ao líder. A APCO foi contratada após preocupações de que as informações teriam origem em possível violação de dados.

A imprensa reportou que o financiamento do think tank, com acusações de doações não declaradas, já havia sido alvo de investigações oficiais em 2021, com multas ao grupo. Em 2023, o Sunday Times publicou questionamentos sobre McSweeney e as doações não declaradas.

McSweeney deixou formalmente o Labour Together em 2020, ao tornar-se assessor-chefe de Starmer. Fontes próximas afirmam que ele não teria participado da decisão de contratar a APCO, que ficou a cargo do Labour Together.

Até o momento, o Labour Together não comentou. Fontes que já trabalharam com o grupo descrevem a decisão de contratar investigadores como incomum, e alguns parlamentares pedem apuração adicional e uma reavaliação de liderança em Downing Street. Simons e Tom Harper não comentaram.

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