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Ramagem é interrogado no STF por videoconferência; ex-deputado está foragido

Ramagem é ouvido pelo STF por videoconferência; ex-deputado está foragido nos EUA e é investigado por crimes ligados à trama golpista de oito de janeiro

Rio de Janeiro (RJ) 17/07/2024 – O delegado federal Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Informações (Abin) e pré-candidato à Prefeitura do Rio, presta depoimento na Polícia Federal, que investiga possível uso ilegal de sistemas para espionar autoridades e desafetos políticos no governo Jair Bolsonaro. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
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  • Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência e ex-deputado pelo PL, foi interrogado no STF por videoconferência.
  • a oitiva ocorreu quinta-feira, 5, conduzida pela juíza auxiliar Luciana Yuki Sorrentino, no gabinete do ministro Alexandre de Moraes, com participação da PGR e defesa.
  • Ramagem está foragido nos Estados Unidos desde setembro de 2025 e já foi condenado a 16 anos de prisão em regime fechado.
  • não houve indicação de testemunhas: não foram apresentados nomes para serem ouvidos, e Ramagem optou por silêncio em parte dos questionamentos.
  • o processo apura crimes relacionados à trama golpista e ao 8 de janeiro, com acusações de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado; Ramagem já foi condenado por golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa.

Alexandre Ramagem, ex-diretor-geral da ABIN e ex-deputado federal pelo PL, foi interrogado pelo STF por videoconferência na quinta-feira 5, em Brasília. A oitiva integra apuração de crimes ligados aos atos de 8 de janeiro e a uma trama golpista.

Ramagem está foragido nos Estados Unidos desde setembro de 2025, segundo a investigação. O depoimento ocorreu na presença da juíza auxiliar Luciana Yuki Sorrentino, do gabinete do ministro Alexandre de Moraes.

A audiência contou com representantes da Procuradoria-Geral da República e advogados de defesa. Não houve indicação de testemunhas por parte das partes, e Ramagem manteve o silêncio em parte do interrogatório.

Contexto do processo

O caso investiga supostos crimes de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado durante os atos golpistas. Ramagem já havia sido condenado em relação aos fatos do golpe, incluindo golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa.

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