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Trump compartilha vídeo com imagens racistas de Barack e Michelle Obama

Trump divulga vídeo racista com Obama como símios em nova sequência noturna no Truth Social, provocando condenação de adversários e críticas públicas

Donald and Melania Trump and Barack and Michelle Obama at a funeral service for George HW Bush in Washington DC on 5 December 2018.
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  • Donald Trump publicou no Truth Social um vídeo racista que mostra Barack e Michelle Obama com corpos de macacos, ao som de The Lion Sleeps Tonight, durante uma sequência de postagens noturnas.
  • O clipe amplifica a alegação falsa de que Trump venceu a eleição de dois mil e vinte, sendo repostado por um site pró-Trump, o Patriot News Outlet.
  • A publicação provocou revolta entre apoiadores e opositores, com cerca de quatro mil curtidas até as oito e meia da manhã de sexta-feira e diversas críticas públicas.
  • O escritório de imprensa do governador democrata Gavin Newsom condenou o post e pediu que os republicanos denunciassem o ato.

O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, divulgou um vídeo com imagens racistas envolvendo Barack e Michelle Obama. O material foi postado durante a madrugada na conta Truth Social de Trump e durou cerca de um minuto. No vídeo, os Obamas aparecem sobre corpos de macacos em uma selva, ao som de The Lion Sleeps Tonight.

A peça é parte de uma postagem que amplifica uma alegação falsa de vitória de Trump na eleição de 2020, destacando a ideia de fraude. O clipe é uma republicação de conteúdo associado ao site Patriot News Outlet, aliado a Trump.

A reação foi imediata e variada. A governadora democrata da Califórnia, Gavin Newsom, repudiou o conteúdo, pedindo que os republicanos o condenem. O material gerou indignação entre apoiadores e opositores.

Especialistas e ex-funcionários também criticaram a publicação. O veterano estrategista democrata Adam Parkhomenko descreveu o ato como racista e pediu responsabilidade política para quem apoia Trump.

A assessoria de imprensa da Casa Branca, na época, respondeu com um comunicado atribuído a uma postagem anterior de contas conservadoras, minimizando o impacto do vídeo. Não houve explicação oficial sobre a origem exata do material.

Paralelamente, o vídeo se conecta a narrativas sobre alegações não comprovadas de fraude eleitoral em 2020. O tema segue ainda com attention à dominação midiática de figuras políticas e ao uso de memes como instrumento político observado nas últimas semanas.

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