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Lula critica PT por apoiar R$ 61 bi em emendas e diz ser grave

Lula acusa orçamento secreto de sequestro e critica o PT por ter apoiado emendas de quase R$ 60 bilhões, sinalizando tensão interna

7.fev.2026 - Lula no evento de aniversário de 46 anos do PT em Salvador
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  • Lula chamou o orçamento secreto de sequestro e criticou o PT por ter apoiado cerca de R$ 60 bilhões em emendas neste orçamento; o total de emendas para 2026 é de R$ 61 bilhões.
  • O discurso ocorreu no aniversário de 46 anos do PT, em Salvador, e ele afirmou que o partido cometeu erros e pediu atuação política direta dos aliados.
  • O presidente afirmou que a política hoje está mercantilizada e que o PT não pode virar parte da “vala comum” da política do país.
  • A direção nacional do PT aprovou resolução defendendo a redução da escala de trabalho sem redução de salários, críticas ao Banco Central e a ideia de reduzir a taxa básica de juros.
  • O ato contou com lideranças do partido, como Rui Costa, Jerônimo Rodrigues, Jaques Wagner, Edinho Silva e José Dirceu, além do vice-presidente Geraldo Alckmin; também acompanharam embaixadores da China, Venezuela e Belarus.

O presidente Lula, do PT, afirmou hoje que o orçamento secreto representa um sequestro do orçamento do governo e criticou o PT por ter apoiado a destinação de cerca de 60 bilhões de reais em emendas parlamentares neste ano. O discurso aconteceu em Salvador, durante o aniversário de 46 anos do PT.

Lula destacou que o orçamento de 2026 prevê 61 bilhões de emendas parlamentares. O petista lembrou sua atuação na década de 1990, dizendo que fez política de forma diferente na época e pediu aos correligionários que valorizem o contato direto com a base.

Ele afirmou que a política atual está mercantilizada e citou o orçamento secreto, afirmando que o PT votou a favor das emendas e que muitos não reclamam. O presidente disse que o partido não pode entrar na “vala comum” da política.

O discurso também tratou da percepção de que a política estaria apodrecida, com críticas ao mercado eleitoral e aos custos de campanhas. Lula reforçou a necessidade de resistência pública contra o que chamou de mercantilização da atuação política.

Lula exortou militantes a comparar o governo do PT com adversários e a atuar nas periferias do país. O evento ocorreu em Salvador, cidade que abriga, desde 2007, o governo da Bahia. Lideranças históricas acompanharam o ato.

Acompanhavam o presidente nomes como o ministro Rui Costa, o governador Jerônimo Rodrigues, o senador Jaques Wagner, o presidente do PT, Edinho Silva, além de figuras de PSB e PSOL. O vice-presidente Geraldo Alckmin participou do ato.

Entre os presentes, também estavam embaixadores da China, da Venezuela e de Belarus, que acompanharam o início do discurso de Lula. A presença internacional ocorreu durante a celebração no estado.

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