- Lula reafirmou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal e aliados retomaram a defesa do nome, após entrevista ao UOL.
- Aloizio Mercadante, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), comentou o assunto em evento na Câmara Legislativa do Distrito Federal, defendendo Messias.
- Mercadante disse acreditar na aprovação do nome pelo Senado e elogiou Messias pela atuação na Advocacia-Geral da União (AGU).
- Lula adiou a apresentação formal da nomeação ao Senado para tentar reduzir a resistência do presidente da Casa, Davi Alcolumbre, que preferia Rodrigo Pacheco.
- O presidente afirmou que não toma decisões apressadas e que pretende dialogar com Alcolumbre, mantendo a possibilidade de Pacheco como candidato a governador de Minas Gerais.
Após Lula reafirmar a indicação de Jorge Messias ao Supremo, aliados do presidente passaram a defender o nome do advogado-geral da União para o cargo vago na corte. A defesa ganhou força após entrevista de Lula ao portal UOL.
Mercadante, presidente do BNDES, pronunciou-se pela primeira vez sobre o tema em evento na Câmara Legislativa do DF. Ele ressaltou a contribuição de Messias para o STF, destacando a experiência na AGU e a importância do Estado de Direito.
O tema segue a linha defendida por Lula, que vê crença na aprovação de Messias pelo Senado. Mercadante afirmou que Messias é competente e deve receber acolhimento no Senado.
Estratégia e desdobramentos
A apresentação formal do nome para o Senado foi adiada para tentar reduzir resistências, especialmente do presidente da Casa, Davi Alcolumbre. A AGU precisa do aval de 41 senadores para confirmar a indicação.
Levantadas dúvidas no Senado sobre a escolha, e o fato de Alcolumbre ter preferido Rodrigo Pacheco como possível indicado, motivaram a gestão de tempo por parte de Lula. O objetivo é obter votação favorável sem pressa.
Ao UOL, Lula justificou que não tomaria decisões precipitadas e que ainda não encaminhou formalmente o nome. O presidente disse que pretende dialogar com Alcolumbre antes de qualquer encaminhamento.
Além disso, Lula mencionou a possibilidade de Pacheco ocupar o papel de governador de Minas Gerais, sinalizando movimentos políticos para futuras posições. A declaração buscou testar apoio interno sem fechar caminhos.
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