- Kassab, secretário de Governo de São Paulo e presidente nacional do PSD, descartou a candidatura de Tarcísio de Freitas à Presidência, chamando a ideia de “página virada”.
- Em entrevista ao Canal Livre, da Band, ele afirmou que um governador bem avaliado pode ser presidenciável, mas que a página está virada e Tarcísio não pretende disputar o Planalto.
- O PSD pretende lançar candidato próprio ao Planalto, com três nomes na disputa: Ronaldo Caiado, Ratinho Júnior e Eduardo Leite; também prevê apoiar Flávio Bolsonaro no segundo turno.
- O partido é o com maior número de prefeituras, totalizando 887, e possui seis dos 27 governadores em exercício.
- Além dos três nomes citados, o PSD conta com Raquel Lyra, Marcos Rocha e Fábio Mitidieri, e mantém três ministérios no governo Lula: Agricultura, Pesca e Mineração e Energia.
Gilberto Kassab descartou, nesta sexta-feira, a eventual candidatura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, à Presidência da República. Em entrevista ao programa Canal Livre, da Band, o secretário de Governo e Relações Institucionais de SP afirmou que a ideia está “página virada”.
Segundo Kassab, um governador bem avaliado de São Paulo costuma ser visto como presidenciável, mas ele garantiu que Tarcísio já deixou claro que não disputará o Planalto neste momento. A entrevista foi veiculada para o domingo seguinte à fala do ex-ministro.
A declaração ocorre em meio à consolidação de Flávio Bolsonaro como candidato da direita, apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Enquanto o cenário se reorganiza, Kassab reiterou que o PSD pretende lançar seu próprio candidato ao Planalto, mantendo distância de alianças automáticas.
O papel do PSD
O PSD planeja apresentar um nome próprio ao pleito de 2026, com três pré-candidatos em avaliação: Ronaldo Caiado (GO), Ratinho Júnior (PR) e Eduardo Leite (RS). A legenda também sinaliza ajustes estratégicos com aliados de centro.
No confessionário político, Kassab afirmou que Caiado se filiou ao PSD de modo coordenado com a decisão de caminhar com Tarcísio. O objetivo é consolidar espaços de governabilidade e ampliar a base de apoio em diferentes Esferas.
Balanço atual do PSD
O PSD já é o partido com mais prefeituras no Brasil, totalizando 887. Entre governadores, a legenda administra seis dos 27 estados. nomes como Raquel Lyra, Marcos Rocha e Fábio Mitidieri compõem a base estadual.
Apesar da aproximação com a direita, o PSD integra ministérios no governo Lula. Atualmente, pelo menos três pastas permanecem sob titularidade de nomes da sigla: Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Pesca e Aquicultura; e Minas e Energia.
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