- O primeiro-ministro checo Andrej Babiš disse ser favorável a proibir o uso de redes sociais por crianças com menos de 15 anos.
- A declaração foi feita via mensagem de vídeo publicada no fim de semana, citando que especialistas apontam danos aos menores.
- O governo avalia apresentar um projeto de lei neste ano, informou o vice-primeiro-ministro Karel Havlíček.
- Espanha, Grécia, Reino Unido e França também discutem restrições semelhantes, seguindo o exemplo da Austrália.
- Autoridades buscam compreender os impactos do tempo de tela na saúde mental e no desenvolvimento infantil.
Praga, 8 de fevereiro (Reuters) – o primeiro-ministro da República Tcheca, Andrej Babis, disse que é a favor de proibir o uso de redes sociais por crianças com menos de 15 anos. a medida surge à medida que outros países europeus avaliam restrições similares.
Babis informou isso em mensagem de vídeo publicada em suas redes sociais, sem detalhar justificativas. mais tarde, o primeiro vice-primeiro-ministro, Karel Havlicek, afirmou em um programa de TV que o governo considera seriamente apresentar a proibição.
Havlicek destacou que, se o governo seguir adiante, a legislação seria apresentada ainda neste ano. na Europa, Espanha, Grécia, Britânia e França discutem restrições para menores, em resposta a preocupações com danos potenciais à saúde mental. austrália já bateu o martelo em uma regra semelhante para menores de 16 anos.
Desdobramentos europeus
Governos e reguladores analisam impactos do tempo de tela na infância, buscando equilíbrio entre segurança online e acesso digital. a Malta, Dinamarca e outros países também monitoram propostas, enquanto empresas de plataformas enfrentam pressões para maior responsabilidade.
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