- Antonio José Seguro, do Partido Socialista, lidera a corrida presidencial com pesquisas de boca de urna entre 67% e 73%.
- O rival de direita, Andre Ventura, fica entre 27% e 33% segundo as mesmas pesquisas.
- Ventura teve desempenho superior aos 22,8% obtidos pelo Chega nas eleições gerais do ano anterior.
- No ano passado, o Chega tornou-se a segunda maior força parlamentar, atrás da aliança de centro-direita.
- A presidência em Portugal é principalmente cerimonial, mas pode dissolver o parlamento, convocar eleições e vetar leis em determinadas situações.
Moderate socialista Antonio Jose Seguro parecia caminhar para vitória esmagadora na passagem presidencial de Portugal, neste domingo, segundo duas pesquisas de boca de urna. Os números indicavam 67% a 73% para Seguro, contra 27% a 33% de Andre Ventura.
A apuração de boca de urna foi realizada para as emissoras RTP, SIC e TVI/CNN. Ventura, de 43 anos, ex-comentarista esportivo de TV, aparece com resultado superior ao de 2022, quando o anti-imigração Chega teve 22,8% dos votos nas legislativas.
A eleição para a presidência é, em grande medida, cerimonial, mas o cargo pode ter poderes em determinadas circunstâncias, como dissolver o parlamento, convocar eleições extraordinárias e veto a leis.
Resultados eleitorais e desdobramentos
As pesquisas apontam Ventura como grande derrotado, porém com crescimento expressivo para o espectro da direita europeia. Chega, aliado à estrutura de direita, foi o segundo maior grupo parlamentar no pleito de 2023, antes de perder espaço decisivo.
Seguro, líder do Partido Socialista, pode consolidar uma atuação com maior flexibilidade para pautas de governo. O papel da presidência continua a ser principalmente representativo, com possíveis impactos em eventual crise política.
Entre na conversa da comunidade