- António José Martins Seguro venceu o segundo turno das eleições presidenciais em Portugal, com 66,6% dos votos, contra André Ventura (Chega), que teve 33,4%; pouco mais de 98% das urnas foram apuradas.
- Seguro nasceu em Penamacor em 11 de março de 1962; é licenciado em Relações Internacionais pela Universidade Autónoma de Lisboa e tem mestrado em Ciência Política pelo ISCTE-IUL; é casado e tem dois filhos.
- Foi líder da Juventude Socialista entre maio de 1990 e março de 1994 e teve trajetória ligada a António Guterres; foi deputado após as eleições de 1991 e ocupou cargos no governo a partir de 1995.
- Ocupou o cargo de secretário de Estado da Juventude (1995), ministro-adjunto do primeiro-ministro (2001) e liderou o Partido Socialista (PS) em 2011; manteve posição até 2014, quando abriu espaço para António Costa.
- Depois de um afastamento da política por cerca de uma década, Seguro voltou a concorrer em 2024, com a candidatura oficializada em 2025; ele substituirá Marcelo Rebelo de Sousa, atual presidente de Portugal.
António José Seguro foi eleito presidente de Portugal no segundo turno, disputado neste domingo contra André Ventura, líder da extrema direita. Com pouco mais de 98% das urnas apuradas, o socialista moderado venceu com 66,6% dos votos, ante 33,4% do adversário.
Seguro nasceu em Penamacor, em 11 de março de 1962. É licenciado em Relações Internacionais pela Universidade Autónoma de Lisboa e mestre em Ciência Política pelo ISCTE-IUL. É casado e tem dois filhos.
Sua trajetória pública inclui passagem pela Juventude Socialista, direção do PS e cargos no governo. Esteve próximo de António Guterres, mantendo forte alinhamento com o núcleo do poder do PS ao longo dos anos.
Trajetória política
Foi deputado em 1991 e secretário de Estado da Juventude após a vitória socialista de 1995. Em 1999 foi eleito eurodeputado, apoiado por Mário Soares, e em 2001 assumiu o cargo de ministro-adjunto.
Liderou o PS em 2011, exercendo a função até 2014. Perdeu as primárias internas para António Costa, que viria a ser primeiro-ministro. Afastou-se da política de alto perfil, atuando como militante de base e docente universitário.
Contexto eleitoral
Seguro voltou a concorrer em novembro de 2024, com a oficialização da candidatura em 2025. A vitória de 2026 o coloca como próximo presidente de Portugal, sucedendo o centro-direita Marcelo Rebelo de Sousa. O pleito consolidou a posição do PS frente à oposição de direita. Fonte: DW.
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