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CNJ investiga nova denúncia contra ministro do STJ por importunação sexual

CNJ apura segunda denúncia de importunação contra Marco Buzzi, com sigilo na investigação e envio do caso ao STF; ministro está em licença médica

O ministro do STJ Marco Aurélio Buzzi. Foto: Lucas Pricken/STJ
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  • CNJ investiga nova denúncia de importunação sexual contra o ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça, em segredo de justiça.
  • Nesta segunda-feira, 9, o CNJ ouviu uma segunda suposta vítima, uma jovem de 18 anos, que acusa o ministro durante férias com familiares e amigos em Balneário Camboriú (SC).
  • O STJ abriu sindicância para analisar as condutas do magistrado, com comissões compostas pelos ministros Raul Araújo, Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira.
  • O CNJ encaminhou o processo ao Supremo Tribunal Federal, sob a relatoria do ministro Kassio Nunes Marques.
  • Buzzi pediu licença médica e negou as acusações, afirmando que elas não correspondem aos fatos.

O CNJ está investigando mais uma denúncia contra o ministro do STJ Marco Buzzi por importunação sexual. A apuração tramita em segredo de justiça e começou com o depoimento de uma segunda possível vítima, ouvida nesta segunda-feira (9).

O STJ já abriu um procedimento disciplinar para apurar conduta do magistrado. Integram a comissão os ministros Raul Araújo, Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira, escolhidos por sorteio.

Segundo a denúncia, Buzzi teria apalpado uma jovem de 18 anos durante um período de férias em Balneário Camboriú (SC). O episódio é parte de apurações que já estavam em curso.

Andamento do caso

A CNJ colheu depoimentos no primeiro caso e encaminhou o processo ao STF, sob relatoria do ministro Kassio Nunes Marques. Na quinta-feira (5), um dia após a abertura da sindicância, Buzzi entrou em licença médica.

Em nota, o ministro afirmou ter sido surpreendido pelas insinuações e negou as acusações. Buzzi disse repudiar as acusações e afirmou não ter cometido ato de importunação sexual.

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