- O presidente da Câmara, Hugo Motta, encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a PEC que reduz a jornada de trabalho no regime 6×1, apresentada pela deputada Erika Hilton.
- Após a análise da CCJ, será criada uma comissão especial para discutir o tema de forma ampla, com ouvidos de setores diversos e foco em “equilíbrio e responsabilidade”.
- Motta determinou o apensamento da PEC de Erika Hilton à proposta semelhante do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).
- Lula defendeu a redução da jornada em entrevista ao UOL News, destacando a necessidade de mais tempo de estudo e qualidade de vida para trabalhadores.
- O petista afirmou que avanços tecnológicos tornam desnecessária a manutenção da carga horária de décadas passadas, especialmente para jovens e trabalhadores da indústria.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, encaminhou à CCJ a PEC que reduz a jornada de trabalho no regime 6×1, apresentada pela deputada Erika Hilton. Motta afirma que, após análise da comissão, será criada uma comissão especial para debater o tema com equilíbrio e responsabilidade.
A ideia é ouvir diferentes setores e apresentar a melhor lei para os brasileiros, segundo publicação do parlamentar. O tema será apensado a uma proposta semelhante do deputado Reginaldo Lopes, conforme Motta em postagem recente.
Comissão especial e apensamento
A CCJ será responsável por analisar a PEC antes da instalação da comissão especial, conforme o presidente da Câmara. A proposta busca mudanças na jornada de trabalho para ampliar tempo de estudo e qualidade de vida, especialmente entre jovens e trabalhadores da indústria, segundo defensores.
Lula apoiou publicamente a redução da jornada, em entrevista ao UOL News, destacando que avanços tecnológicos justificam revisões na carga horária. Ele afirmou que a 6×1 pode ser ajustada para acompanhar novas dinâmicas do mercado.
O movimento ocorre em meio a debates sobre produtividade e bem-estar laboral, com parte da oposição pedindo cautela jurídica e técnica. A tramitação deverá seguir os trâmites regimentais da Câmara, sem previsão de conclusão imediata.
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