- Jean Wyllys aceitou o convite do PT e disputará uma vaga na Câmara dos Deputados por São Paulo nas eleições deste ano.
- A decisão foi anunciada após reunião com o presidente do PT, Edinho Silva, na segunda-feira, dia 9.
- A articulação partiu do movimento Um Outro Congresso é Possível, que defende renovação parlamentar, com participação de Márcia Tiburi.
- Wyllys relatou ter resistido por dois meses, citando violência política e o temor de uma nova expressão do fascismo global.
- O ex-deputado retornou ao Brasil em junho passado, após ficar fora do país desde 2019 e acompanhar julgamento do TSE que manteve Jair Bolsonaro inelegível.
O ex-deputado Jean Wyllys aceitou o convite do PT para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados por São Paulo nas eleições de 2026. A decisão foi confirmada após reunião com o presidente do partido, Edinho Silva, na segunda-feira 9. A articulação partiu de um movimento que defende reforço progressista no Congresso.
A iniciativa foi impulsionada pelo movimento Um Outro Congresso é Possível, que reúne artistas, empresários, intelectuais e ativistas de esquerda e centro-esquerda. A filósofa Márcia Tiburi, uma das lideranças da articulação, participou do encontro.
Wyllys afirmou ter resistido por dois meses, mas decidiu pela candidatura levando em conta o cenário político atual. Ele citou ataques da violência política como motivação para ampliar a participação parlamentar, especialmente para defender a democracia.
O ex-deputado, que já integrou o Rio de Janeiro, renunciou ao cargo e ficou fora do Brasil em 2019. Ele retornou ao país em junho passado, no contexto de decisão do Tribunal Superior Eleitoral sobre a inelegibilidade de Jair Bolsonaro.
Conforme relatos, as garantias dadas pelos presidentes estadual e nacional do PT pesaram na decisão. Segundo Wyllys, ele terá apoio do partido e retaguarda institucional para atuar no Legislativo. A expectativa é ampliar a atuação progressista no Congresso.
Contexto e desdobramentos
A candidatura de Wyllys pelo PT amplia o arco de nomes de oposição que reforçam o espectro progressista. O movimento de renovação parlamentar e a atuação da sigla são apontados como pilares da estratégia para 2026. O desdobramento depende de alinhamentos internos e alianças regionais.
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