- João Campos, prefeito do Recife e presidente do PSB, defende a permanência de Geraldo Alckmin como vice na chapa de Lula nas Eleições deste ano, após reunião no Palácio do Planalto.
- Campos busca o apoio de Lula para sua candidatura ao governo de Pernambuco, enquanto a governadora Raquel Lyra afirmou que apoiará a reeleição de Lula se ele permanecer neutro no cenário estadual.
- O ministro Renan Filhos (MDB) disse que o MDB pode se aproximar do PT para ampliar a base de apoio e isolar o bolsonarismo.
- Lula afirmou que Alckmin e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, têm um papel a cumprir em São Paulo, onde há potencial de vitória para a chapa.
- O presidente mencionou que tem votos em São Paulo e que pode vencer no estado, sem ter conversado ainda com Haddad ou Simone Tebet sobre o tema.
O prefeito do Recife e presidente do PSB, João Campos, reuniu-se nesta terça-feira (10) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto para discutir a composição da chapa presidencial. Campos afirmou que a permanência de Geraldo Alckmin como vice é importante para o partido e para a construção conjunta entre PT e PSB.
A conversa ocorreu em meio a negociações sobre apoio político e alianças para as eleições deste ano. Além de reafirmar a parceria com Alckmin, Campos também buscou sinalização de apoio de Lula à sua candidatura ao governo de Pernambuco.
Raquel Lyra, governadora de Pernambuco, já havia informado a Lula, na semana anterior, que apoiaria a reeleição dele caso o presidente se mantenha neutro na disputa estadual. Em política, a pauta de apoios se mantém aberta conforme o desenrolar das negociações entre as instituições.
Além disso, o ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB), sinalizou que o MDB pode ter importância na formação de uma chapa que amplie a base de apoio do presidente Lula, com foco em posições de centro para isolar o bolsonarismo. Campos e aliados acompanham o desdobramento dessa estratégia, que também envolve a avaliação de nomes para o interior da majoritária.
Lula enfatizou, durante entrevista, que Alckmin e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, têm papéis a cumprir em São Paulo. O presidente destacou ainda que há potencial de vitória em São Paulo, mas não informou detalhes sobre conversas com Haddad ou com a senadora Simone Tebet, que também exerce papel relevante nas discussões.
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