- A corte suprema da Malásia restabeleceu a condenação por corrupção e a sentença de seis anos de prisão para o ex-presidente da Felda, Mohamad Isa Abdul Samad, conforme a Bernama.
- Ele foi condenado em nove acusações de suborno por ter recebido cerca de 3 milhões de ringgits ligados à compra de um hotel, durante seu mandato na Felda entre 2011 e 2017.
- Em março de 2024, uma corte de apelação havia revertido a condenação.
- Nesta terça-feira, a Federal Court aceitou o recurso do Ministério Público contra a absolvição e manteve a pena e a condenação, afirmando que a punição é adequada.
- Mohamad Isa nega irregularidades; a Felda tem histórico de acusações de corrupção e gestão inadequada, com aumentos de perdas e dívidas.
O tribunal mais alto da Malásia reverteu uma decisão anterior e restabeleceu a condenação por corrupção contra Mohamad Isa Abdul Samad, ex-presidente da Felda, a estatal de plantações de ponta de palma. A pena de seis anos de prisão foi mantida, conforme apuração da Bernama.
A Corte Federal, em sessão de três juízes, acolheu recurso do Ministério Público contra a absolvição. O veredito anterior, divergente, foi considerado incompatível com a lei e o direito aplicável, segundo a agência estadual.
Mohamad Isa comandou a Felda entre 2011 e 2017. Ele nega irregularidades. A decisão ordena que o ex-dirigente comece a cumprir a pena nesta terça-feira, conforme relato da Bernama.
Contexto sobre a Felda
A Felda enfrenta acusações de corrupção e má gestão ao longo dos anos, com impactos financeiros e operacionais amplos. Em 2017, Mohamad Isa deixou a presidência da Felda e da unidade listada FGV Holdings, entre relatos de transações questionáveis.
FGV foi incorporada pelo Felda no ano passado, com planos de reestruturação da empresa, segundo informações associadas à matriz estatal. O caso envolve contratos e decisões durante a gestão do ex-presidente.
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