- Edinho Silva, presidente nacional do PT, disse que o partido pressiona o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para ser candidato ao governo de São Paulo neste ano.
- Haddad tem indicado que não deseja disputar cargo eletivo, mas é cotado para o posto e prometeu deixar o governo ainda neste mês para atuar na campanha de Lula.
- Se aceitar a pressão, Haddad enfrentará o atual governador Tarcísio de Freitas, que busca a reeleição no Palácio dos Bandeirantes.
- Edinho afirmou que a decisão depende da vontade do ministro e que ninguém é candidato se não for convencido.
- Haddad e Lula devem se encontrar em viagens futuras, incluindo visitas à Coreia do Sul e aos Estados Unidos, após Lula anunciar estratégia de campanha durante evento do PT em Salvador.
O PT intensificou a pressão para que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, seja candidato ao governo de São Paulo neste ano, fortalecendo o palanque para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ofensiva partiu do presidente nacional do partido, Edinho Silva.
Segundo Hans, Edinho afirmou à GloboNews que Haddad é visto pela legenda como líder capaz de representar o projeto do PT em São Paulo, conceito usado para defender o nome dele no estado. A declaração ocorreu durante entrevista realizada na terça-feira.
Haddad tem sinalizado resistência a disputar cargo eletivo, afirmando que deixará o governo ainda neste mês para se dedicar à campanha de Lula. A coalizão afirma que a decisão sobre a candidatura depende exclusivamente da vontade do ministro.
A discussão sobre Haddad acontece em meio ao cenário eleitoral de 2026, com o atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, do Republicanos, já mantendo a situação de Holding para possível reeleição. A expectativa é de que Haddad e Lula dialoguem sobre o assunto em viagens futuras.
Edinho Silva ressaltou que a candidatura de Haddad pode depender de conversas futuras entre Haddad e Lula, destacando a necessidade de diálogo sem pressa. O ministro foi citado como figura de alta visibilidade e referência do governo federal no momento.
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