- A Quaest mostra 49% desaprovam e 45% aprovam o governo Lula, com empate técnico dentro da margem de erro; 6% não sabem/não responderam.
- Desaprovação segue em 49% desde o último trimestre; aprovação caiu de 48% em dezembro/janeiro para 45% em fevereiro.
- A aprovação caiu no Nordeste, de 67% em janeiro para 61% em fevereiro; desaprovação subiu entre quem tem Ensino Superior, de 54% para 62%.
- Avaliação do governo: negativo 39%, positivo 33% e regular 26%.
- Economia: piorou para 43% nos últimos 12 meses; expectativa de melhoria é 43% para os próximos 12 meses, 29% esperam piora, 24% acham que ficará igual. A pesquisa foi encomendadа pela Genial Investimentos, ouviu 2.004 pessoas entre 5 e 9 de fevereiro, com margem de erro de dois pontos e 95% de confiança.
A Quaest divulgou nesta quarta-feira (11) um levantamento que mostra 49% de desaprovação e 45% de aprovação ao governo do presidente Lula (PT). A diferença está perto da margem de erro, indicando empate técnico entre os respondentes. O estudo ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre 5 e 9 de fevereiro.
O levantamento revela que a taxa de desaprovação permanece em 49% desde o último trimestre de 2025, enquanto a aprovação varia de 47% em janeiro para 45% em fevereiro. Não sabem/não responderam somam 6%, frente a 4% em janeiro e 3% em dezembro.
Desempenho de aprovação e de desaprovação
Entre os entrevistados, a aprovação entre lulistas (96%) se manteve alta, porém caiu de 86% para 82% entre não lulistas, com 15% desaprovando. Região Nordeste registrou queda na aprovação, de 67% em janeiro para 61% em fevereiro. O ensino superior mostrou alta da desaprovação, de 54% para 62%.
Avaliação do governo e expectativas
A avaliação do governo ficou em negativo 39%, positivo 33% e regular 26%. Não sabem/não responderam somam 2%. Quando questionados se Lula merece continuar por mais quatro anos, 57% disseram não, 39% disseram sim, e 4% não sabem/não responderam. Sobre a economia, 43% disseram que piorou nos últimos 12 meses, 24% que melhorou e 30% que ficou igual. Para os próximos 12 meses, 43% esperam melhora, 29% piora e 24% ficará do mesmo.
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