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Democratas criticam secretário de Veteranos por alegações falsas sobre Pretti

Democratas criticam o secretário da VA por repetir alegações sobre a morte de Alex Pretti, enfermeiro da VA, durante audiência sobre a reforma do órgão

Doug Collins, the Veterans Affairs (VA) secretary, at his confirmation hearing.
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  • Democratas questionaram o secretário da VA, Doug Collins, por repetir alegações da gestão anterior sobre a morte de Alex Pretti, enfermeiro da VA, em Minneapolis, assassinato cometido por agentes federais.
  • Pretti foi morto a tiros por oficiais do CBP em 24 de janeiro; a administração o classificou como “terrorista” em um primeiro momento.
  • Collins pediu simpatias à família de Pretti e afirmou não poder comentar mais, durante uma audiência sobre um plano de reestruturação da VA.
  • A discussão ocorreu em meio a críticas sobre a perda de mais de trinta mil funcionários na VA e a assinatura de um contrato de um trilhão de dólares com seguradoras privadas para atender veteranos.
  • Também houve debate sobre remuneração e benefícios a veteranos deportados, com Collins dizendo que pagamentos dependem do status legal e que há leis que permitem reajustar salários de médicos.

O secretário de Assuntos dos Veteranos, Doug Collins, foi questionado por deputados democratas após repetir alegações da gestão Trump sobre a morte de Alex Pretti, enfermeiro da VA. O episódio aconteceu durante uma audiência no Congresso.

Pretti foi morto em Minneapolis por dois agentes da Alfândega e Proteção de Fronteiras. A administração anterior o qualificou como terrorista, o que alimenta o debate sobre responsabilização e narrativa oficial. A morte ocorreu no dia 24 de janeiro.

Na sessão, Takano questionou se Collins corrigiria colegas de gabinete que classificaram Pretti como terrorista. O secretário não respondeu diretamente. O tom entre republicanos e democratas permaneceu tenso ao longo da oitiva.

A audiência tratou da proposta de reestruturação da VA, que administra o maior sistema hospitalar integrado do país, atendendo cerca de nove milhões de veteranos anualmente. Críticos veem a proposta como privatização.

Registros federais indicam que a VA já perdeu mais de 30 mil funcionários durante a segunda gestão Trump, incluindo médicos e enfermeiros. A associação de críticos aponta que o plano envolve incentivo a contratos privados para atendimento.

Collins afirmou que a mudança não representa redução de serviços, mas uma reorganização para manter a assistência entre colegas de serviço. A definição de metas salariais para atrair profissionais foi levantada por parlamentares.

Durante o debate, a possibilidade de pagar bônus de assinatura a médicos foi discutida, com Collins defendendo autorização legislativa para elevar salários. O tema gerou embate entre os integrantes da comissão.

O Congresso pediu detalhes do plano de reorganização da VA, conforme exigido por lei. O presidente da comissão, Mike Bost, questionou a implementação antes de aprovação parlamentar, ao que Collins respondeu que segue a lei.

Entre as perguntas, Democrats insistiram que Pretti continue no centro das atenções, ao que Collins respondeu que a investigação do caso não envolve a VA e não poderia fornecer mais informações. O episódio ocorreu em meio a investigações em curso.

Em Minneapolis, Pretti morreu após ser baleado por oficiais do CBP, seguido pelo assassinato de outra cidadã, Renee Good, por um agente do ICE no início do mês. A imprensa acompanha o desdobramento das apurações e investigações.

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