Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Dino ironiza campanha bolsonarista contra sandálias Havaianas

Dino ironiza boicote a sandálias Havaianas, apontando prejuízo econômico sem ilicitude, em julgamento sobre liberdade de expressão no STF

O ministro do STF Flávio Dino em 9 de setembro de 2025, no julgamento da trama golpista. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
0:00
Carregando...
0:00
  • No fim de 2025, membros da extrema-direita lançaram uma campanha contra as sandálias Havaianas nas redes sociais.
  • O tema foi comentado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino durante julgamento sobre proteção à liberdade de expressão, envolvendo denúncias de maus-tratos a animais na Festa do Peão de Barretos (SP).
  • O comercial que gerou a reação mostrava a atriz Fernanda Torres dizendo: “Não quero que você comece o ano com o pé direito”.
  • Dino afirmou: “há práticas que geram prejuízos econômicos, mas não são ilícitas”, lembrando a curiosa referência sobre saber se era o pé direito ou o pé esquerdo.
  • Colegas de turma destacaram que boicotes podem causar dano econômico, mas só são ilícitos se houver difusão de informação claramente falsa.

O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino participou nesta quarta-feira, 11 de dezembro de 2025, de um julgamento em que o STF decidiu, por unanimidade, que publicações de uma ONG com denúncias de maus-tratos a animais na Festa do Peão de Barretos estão protegidas pela liberdade de expressão. A presença de Dino ocorreu no âmbito desse tema, não relacionado diretamente à campanha contra as sandálias Havaianas.

Durante a sessão, Dino fez uma referência bem-humorada a uma campanha que gerou controvérsia no fim de 2025, promovida por apoiadores da extrema-direita contra as sandálias Havaianas. A menção provocou risos entre colegas, que destacaram que boicotes podem causar prejuízos econômicos, mas não são, por si, ilícitos, a menos que haja divulgação de informações claramente falsas.

O ministro também destacou que perguntas sobre práticas de consumo podem ter impactos econômicos relevantes, enquanto outros ministros lembraram que a avaliação sobre ilegalidade depende da difusão de informações falsas. A troca de versões ocorreu no mesmo julgamento em que o tribunal confirmou a proteção legal da ONG envolvida, em decisão unânime.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais