- Sir Simon McDonald, ex-secretário permanente do Foreign Office, pediu ao governo que faça “mais due diligence” na substituição de Chris Wormald, dizendo que o processo precisa recomeçar.
- Antonia Romeo é apontada como favorita para assumir o cargo de cabinet secretary, mas ainda não houve confirmação oficial.
- Wormald deve deixar o cargo após um ano, e o anúncio sobre o substituto não deve ocorrer no mesmo momento; o cargo ficará, temporariamente, em regime de comissão.
- Entre os candidatos estão Tamara Finkelstein (que deixou a carreira pública) e Olly Robbins; Romeo é vista como opção por seu perfil mais dinâmico.
- Romeo já enfrentou questionamentos sobre gastos durante o período como cônsul-geral em Nova York em 2017, mas uma investigação do Cabinet Office a isentou de irregularidades; McDonald afirmou que gostaria de discutir o assunto com o No. 10 durante a avaliação.
A imprensa britânica reportou que o governo de No 10 está revisando a escolha para o cargo de cabinet secretary, com Antonia Romeo como principal candidata. O passo ocorre após o anúncio de que Chris Wormald deixará o posto, após um ano na função.
Sir Simon McDonald, ex-secretário permanente do Foreign Office, avisou que o processo deve começar do zero e que a due diligence precisa ser completa, dada a importância do cargo. Ele afirmou em entrevista que, se a candidatura que tem sido mencionada na imprensa for a escolhida, a avaliação ainda precisa avançar.
No momento, Romeo é amplamente considerada favorita para assumir o cargo no governo britânico. Ela já integrou a lista de candidatas anteriormente; outras opções citadas são Tamara Finkelstein e Olly Robbins, com Robins tendo passado pela pasta externa.
Fontes oficiais sugerem que a confirmação de Wormald não deve ocorrer de imediato e que o cargo poderá ser dividido entre oficiais de forma interina. Também afirmam que ainda não há acordo definitivo sobre a nomeação de Romeo.
A controvérsia em torno de Romeo inclui questionamentos sobre gastos quando foi conselheira geral em Nova York, em 2017, sob supervisão de McDonald. Uma investigação do Cabinet Office, porém, a absolveu de irregularidades.
Segundo um porta-voz do Cabinet Office, não há base para as críticas a Romeo, apontando seu histórico de 25 anos de serviço público. As alegações teriam origem em uma queixa antiga de um ex-funcionário, sem caso a responder.
O governo não comentou especulações sobre a saída de Wormald nem sobre a possível promoção de Romeo. As informações vêm de fontes oficiais e da cobertura de veículos como Channel 4 News.
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