- A Genial/Quaest aponta Lula (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) em provável segundo turno, além de liderar sobre mais seis nomes testados.
- O levantamento mostra quarenta e nove por cento de desaprovação ao governo Lula e quarenta e cinco por cento de aprovação.
- Josias de Souza destaca que a relação entre desaprovação e aprovação sugere que o maior desafio de Lula é ele mesmo na campanha.
- Igor Gielow afirma que Flávio Bolsonaro surge como principal adversário da direita no cenário contra Lula.
- Sobre o vice, o PT indica que Lula pode deixar a escolha para o fim, mantendo negociações com MDB, PSD, Republicanos e a federação União-PP; o nome mais provável é Geraldo Alckmin (PSB).
A pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (11), aponta Lula (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em cenário de segundo turno. O estudo também indica Lula na liderança contra outros seis nomes testados. A sondagem envolve intenções de voto em cenários de disputa presidencial no Brasil.
A sondagem aponta que 49% dos eleitores desaprovam o governo de Lula, enquanto 45% aprovam. Esses números aparecem em um quadro de avaliação negativa para a gestão atual, segundo o levantamento divulgado pelo instituto Genial/Quaest.
Para Josias de Souza, a maioria negativa ajuda a entender o peso do próprio Lula na campanha, que pode atrasar o alcance de apoio estável. A leitura é de que a desaprovação representa o principal entrave do presidente na corrida à reeleição.
Igor Gielow, da Folha, ressalta que Flávio Bolsonaro aparece como principal adversário da esquerda na leitura da pesquisa. O levantamento reforça a percepção de que Lula encara o ex-senador como o adversário de maior peso entre as opções avaliadas.
Vice
Fontes do PT indicam que Lula deve deixar para o fim a definição do vice, mantendo o estilo de não anunciar imediatamente o companheiro de chapa. A expectativa é manter negociações com MDB, PSD, Republicanos e a federação União-PP.
No entanto, a avaliação interna é de que o nome escolhido deverá ser Geraldo Alckmin (PSB). A leitura pauta a possibilidade de repetição do modelo de 2006, com confirmação tardia do vice, conforme apurado por analistas consultados.
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