- As autoridades ANPD, MPF e a Secretaria Nacional do Consumidor determinaram que o X implemente medidas para impedir que sua inteligência artificial gere conteúdo sexualizado sem consentimento.
- A decisão foi anunciada na quarta-feira, 11, após avaliação de que as providências apresentadas pela plataforma eram insuficientes.
- Os órgãos ressaltam a necessidade de controles que impeçam a criação de imagens sexualizadas por IA sem autorização dos usuários.
- O objetivo é proteger usuários e atender a regras de proteção de dados e direitos do consumidor.
- A medida envolve futuras etapas de implementação e fiscalização por parte das entidades reguladoras.
As autoridades brasileiras determinaram que a plataforma X adote medidas para impedir que sua inteligência artificial gere imagens sexualizadas sem consentimento. A decisão foi anunciada nesta quarta-feira, 11, pelas entidades envolvidas.
A ANPD, o MPF e a Secretaria Nacional do Consumidor consideraram as medidas apresentadas pela plataforma insuficientes para atender aos presentes riscos.
Segundo as autoridades, a plataforma precisa implementar controles mais robustos para evitar a produção de conteúdo sexualizado sem autorização de terceiros, fortalecendo a proteção aos usuários.
A decisão busca reduzir danos e ampliar a responsabilidade da empresa no gerenciamento de IA. Não houve divulgação de local específico do anúncio.
Os órgãos reiteraram que a atuação segue no âmbito de proteção de dados, direitos do consumidor e combate a conteúdos prejudiciais gerados por IA.
Entre na conversa da comunidade