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82% defendem código de ética para ministros do STF, aponta Quaest

Pesquisa encomendada pela Genial Investimentos aponta que 82% dos brasileiros são favoráveis a código de ética para ministros do STF, apurado entre 5 e 9 de fevereiro

Quaest: 82% concordam que o STF precisa de um código de ética - Foto: (Luiz Silveira/STF)
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  • 82% dos pesquisados concordam que o STF precisa de um código de ética e conduta para os ministros; 1% não concorda nem discorda, 10% discordam e 7% não sabem/nÃO responderam.
  • A pesquisa Quaest foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre 5 e 9 de fevereiro; a margem de erro é de 2 pontos percentuais, com confiança de 95%.
  • No início de fevereiro, o presidente do STF, Edson Fachin, afirmou que a elaboração do código é compromisso da gestão e que o momento é de ponderação e autocorreção.
  • Fachin ressaltou a importância de um código de ética para a instituição, em meio a críticas políticas e sociais sobre conduta de ministros.
  • O texto menciona a relação de Dias Toffoli com a empresa Maridt, que vendeu resort Tayayá a fundos ligados ao Master, com Toffoli affirmative negar amizade ou pagamentos de Vorcaro.

O STF precisa de um código de ética e conduta para os seus ministros, segundo pesquisa da Quaest encomendada pela Genial Investimentos. A sondagem ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre 5 e 9 de fevereiro. O resultado aponta apoio majoritário à medida.

Conforme o levantamento, 82% concordam com a afirmação. 1% não respondeu nem concorda nem discorda. 10% discordam. Outros 7% não souberam informar ou não acompanharam.

A pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou menos, com nível de confiança de 95%. O estudo foi divulgado nesta quinta-feira, 12 de fevereiro.

Código de conduta no STF

No início de fevereiro, o presidente do STF, Edson Fachin, afirmou que o tema é compromisso da gestão. Ele mencionou que o país vive um momento de ponderações e autocorreção, e destacou a ideia de reencontrar o significado da República e a convivência entre poderes.

Fachin reforçou que o código de ética é uma medida para fortalecer a independência institucional. A ideia ganhou mobilização após críticas da sociedade e do meio político sobre condutas de ministros.

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