- Gregory Bovino, chefe da patrulha fronteiriça, elogiou o agente federal que atirou em Marimar Martinez, cidadã norte-americana, em outubro, durante uma operação de imigração.
- Martinez foi atingida cinco vezes dentro do próprio carro; a polícia a acusou de tentar avançar contra os agentes, mas a acusação foi arquivada após evidências mostrarem que o agente desviou o veículo para dentro do carro dela.
- Os documentos do caso, já arquivado, foram liberados após o juiz distrital Georgia Alexakis suspender uma ordem de proteção.
- Mensagens de Bovino sugerem que ele incentivou o agente Charles Exum após o tiroteio, dizendo: “em virtude do seu excelente serviço em Chicago, você ainda tem muito pela frente”.
- Uma pesquisa NBC/SurveyMonkey apontou que quarenta e nove por cento dos adultos nos EUA desaprovam fortemente a gestão de segurança na fronteira pela administração de Donald Trump, frente a trinta e quatro por cento da mesma métrica em abril do ano anterior.
Gregory Bovino, chefe da patrulha de fronteiras, elogiou o agente federal que atirou em Marimar Martinez, cidadã estadunidense, em Chicago no mês passado. A vítima foi atingida cinco vezes dentro de seu veículo durante uma operação de imigração. Vídeos mais tarde mostraram que o agente empurrou o carro de Martinez, contestando a acusação de tentativa de atropelamento. A ordem de confidencialidade sobre o caso foi levantada nesta semana pelo juiz distrital Georgia Alexakis.
Textos divulgados mostram Bovino enviando mensagens de incentivo ao agente Charles Exum após o disparo, em 4 de outubro, horas depois do ocorrido. Em meio à controvérsia, autoridades do Departamento de Segurança Interna afirmaram que Martinez foi alvo de uma acusação de felonía, que foi arquivada quando surgiram as imagens do incidente.
Queda na confiança pública e desempenho do governo
Uma pesquisa NBC/SurveyMonkey aponta que 49% dos adultos americanos desaprovam fortemente a forma como a administração Trump lidou com fronteiras e imigração, ante 34% em abril do ano anterior.
Pam Bondi durante sabatina sobre o caso Epstein
Pam Bondi, procuradora-geral, enfrentou perguntas de democratas na comissão da Câmara sobre a condução de arquivos relativos a Jeffrey Epstein. Questionada sobre revelar nomes de sobreviventes e censurar nomes de pessoas que possam ter cometido crimes, Bondi não respondeu de forma direta. Em embate com o representante Jamie Raskin, ela recebeu ataques verbais, mas seguiu sem oferecer desculpas aos envolvidos.
Ações no Congresso contra tarifas canadenses
A Câmara aprovou, por 219 votos a 211, uma medida para restringir as tarifas impostas pelos EUA ao Canadá, em gesto de reprovação à agenda de tarifas do governo. A resolução visa encerrar a emergência nacional que justificou a política, mas qualquer reversão dependeria de apoio do ex-presidente, o que é improvável. O texto segue para o Senado.
Desdobramentos econômicos e outros destaques
No campo econômico, o Departamento de Trabalho dos EUA informou que o emprego não-agrícola aumentou 130 mil vagas em janeiro, com a taxa de desemprego caindo para 4,3%, ante 4,4% em dezembro. O resultado ficou acima das expectativas de especialistas.
Outras notas da semana incluem reportagens sobre políticas públicas, julgamentos e eventos internacionais, sem influenciar o conjunto factual apresentado acima.
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