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EPA de Trump revoga conclusão climática histórica a favor de poluidores

Revogação da determinação de risco da Agência de Proteção Ambiental (EPA) pode elevar poluição e custos de saúde, gerando ações judiciais e críticas de ambientalistas

Lee Zeldin, the EPA administrator, speaks next to Donald Trump at the White House in Washington, DC on 12 February 2026.
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  • A agência Environmental Protection Agency revogou a determinação de endangerment, que permitia regular poluição que aquece o clima de veículos, usinas e outras fontes industriais.
  • A mudança é descrita como um “presente para poluidores bilionários” e pode ampliar danos à saúde pública nos EUA.
  • A EPA afirma que a revogação pode economizar até $ 1,3 tri, enquanto críticos sustentam que haverá custo em vidas e bem‑estar.
  • A regra final retira a obrigação de acompanhar, reportar e limitar a poluição relacionada ao clima de veículos; ainda pode abrir caminho para derrubar padrões em fontes fixas de emissões no futuro.
  • Advocacia ambiental e grupos científicos já anunciam ações judiciais, classifying a medida como ilegal e prejudicial à saúde e ao meio ambiente.

A administração de Donald Trump revogou o reconhecimento científico que permite à Casa Branca regular poluentes que aquecem o clima. A decisão é vista como benefício a grandes poluidores e, segundo ambientalistas, pode afetar a saúde pública nos Estados Unidos.

A ação altera a chamada determinação de perigo, que desde 2009 autoriza a EPA a limitar emissões de gases de efeito estufa de veículos, usinas e outras fontes. A medida não envolve, neste momento, regulações sobre fontes fixas, como centrais de energia.

Trump definiu a revogação como uma das maiores ações de desregulamentação da história dos EUA, destacando ganhos para consumidores. Críticos, como ex-agente da EPA, argumentam que a medida favorece o setor de combustíveis fósseis e coloca a saúde em risco.

Críticos afirmam que a mudança pode encorajar o afrouxamento de padrões para poluentes de várias fontes. Analistas apontam que a decisão pode abrir caminho para o enfraquecimento de normas em todo o setor de emissões de gases.

Organizações ambientais prometem recorrer à Justiça para contestar a revogação. A EPA sustenta que a medida gerará economias significativas, mas especialistas questionam cálculos sobre impactos em saúde, meio ambiente e custos sociais.

O anúncio ocorreu após a EPA indicar que a retirada da determinação poderia gerar reduções de proteção, com estimativas conflitantes sobre economia a curto prazo. Observadores ressaltam que a mudança pode redefinir as regras sobre emissões de veículos e de fábricas.

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