Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Nikolas Ferreira solicita impeachment de Dias Toffoli; ministro do STF reage

Deputado Nikolas Ferreira cobra pauta de impeachment de Dias Toffoli após relatório da Polícia Federal ao STF; ministro rebate e legitimidade é discutida

Nikolas Ferreira cobra o impeachment de Dias Toffoli e ministro do STF rebate
0:00
Carregando...
0:00
  • O deputado Nikolas Ferreira pediu ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que inclua em pauta o impeachment do ministro Dias Toffoli do Supremo Tribunal Federal.
  • A Polícia Federal encaminhou ao STF um relatório que sustenta a suspeição de Toffoli, com base em mensagens entre o magistrado e o empresário ligado ao Banco Master.
  • O gabinete de Toffoli afirmou que o pedido é ilação e que a instituição não tem legitimidade para acioná-lo, citando o artigo 145 do Código de Processo Civil, com a defesa de apresentar a resposta de mérito ao presidente da Corte.
  • Juristas contestaram a interpretação do CPC, apontando que o dispositivo correto para a ilegitimidade é o artigo 146 e que o artigo citado se refere à suspeição de juízes.
  • Toffoli divulgou uma segunda nota admitindo ser sócio da empresa Maridt, ligada ao grupo do Tayayá, afirmou que a participação é legal e negou ter recebido valores de Vorcaro ou de Fabiano Zettel.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) cobrou publicamente do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a inclusão na pauta do impeachment do ministro Dias Toffoli, do STF. A reclamação ocorreu nas redes sociais, com o objetivo de acelerar a apreciação do tema. A motivação envolve informações que vêm à tona sobre relações entre autoridades e o Banco Master.

A PF enviou um relatório ao STF pedindo a suspeição de Toffoli. O conteúdo, antecipado pelo portal UOL, baseia-se em mensagens do celular de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, apontando interlocução com o ministro.

O gabinete de Toffoli confirmou o recebimento do pedido, mas classificou a solicitação como ilação. A defesa também alegou ilegitimidade do requerente, citando o artigo 145 do CPC, e informou que a resposta de mérito seria apresentada ao presidente do STF.

Juristas questionam fundamentação

Advogada especializada afirma que o dispositivo adequado para ilegitimidade é o artigo 146 do CPC, não o 145. Segundo a especialista, o artigo citado pelo ministro relaciona-se à suspeição de magistrados.

Dias afirmou que a Procuradoria-Geral da República, na condição de parte, tem legitimidade para apresentar pedido de suspeição. Se Toffoli rejeitar, o tema será levado ao plenário, sob relatoria do presidente da Corte.

Segunda nota e vínculo societário

Na quinta-feira, Toffoli divulgou um novo comunicado admitindo ser sócio da empresa Maridt, ligada ao grupo detentor do resort Tayayá até fev/2025. Ele sustenta a legalidade da participação com base na Lei Orgânica da Magistratura, destacando que é vedado apenas atuar como administrador.

O ministro afirmou ainda não ter recebido valores de Daniel Vorcaro ou de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, reforçando a defesa de que não houve vantagem indevida. As informações foram veiculadas por veículos de referência.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais