- Andres Wilkinson, supervisor do CBP, foi acusado de abrigar uma pessoa ilegal nos Estados Unidos, segundo promotores federais doTexas.
- A mulher, Elva Edith Garcia-Vallejo, seria namorada da acusada e estaria morando com ele em Laredo; ele manteria apoio financeiro e acesso a bens em seu nome.
- Investigação aponta que Garcia-Vallejo é sobrinha de um homem que Wilkinson listou como irmão em uma investigação de 2023.
- Garcia-Vallejo entrou nos EUA em agosto de 2023 com visto de não imigrante, válido até 4 de fevereiro de 2024, para lazer/turismo.
- Em fevereiro de 2026, autoridades entrevistaram Garcia-Vallejo, que declarou ter vivido com Wilkinson desde agosto de 2024, com Wilkinson ciente de seus esforços para regularizar o status.
Um supervisor da alfândega e proteção de fronteiras dos EUA (CBP) foi acusado de abrigar uma pessoa ilegal. Andres Wilkinson, de 52 anos, é acusado de ter oferecido moradia e apoio financeiro a uma mulher indocumentada com quem mantinha um relacionamento.
Segundo uma queixa criminal, a mulher, Elva Edith Garcia-Vallejo, entrou nos EUA com visto de não imigrante e viveu em Laredo, no Texas, sem autorização. A investigação aponta que Wilkinson estava ciente do status irregular dela.
As autoridades disseram que Garcia-Vallejo é filha de um homem que Wilkinson havia listado como irmão numa investigação de 2023, levando a suspeitas sobre a relação familiar. A queixa sustenta que Wilkinson proporcionou moradia, cartão de crédito e acesso a veículos em seu nome.
A denúncia também afirma que Wilkinson transportou a mulher através de pontos de controle da fronteira e que ele a apoiou financeiramente durante o período em que ela residia com ele. A mulher e seu filho menor teriam vivido na casa de Wilkinson desde dezembro de 2024.
As investigações apontam que Garcia-Vallejo entrou no país em agosto de 2023 com visto de turismo; o visto expirou em 4 de fevereiro de 2024. Em fevereiro de 2026, a mulher foi entrevistada pelas autoridades após ser localizada pela CBP.
Documentos apresentados indicam que Wilkinson confirmou, em maio de 2025, que Garcia-Vallejo e suas filhas residiam em sua casa desde dezembro de 2024. Ainda não está claro se a relação é de parentesco por sangue ou por afinidade.
Não houve confirmação imediata de comentários das equipes legais de Wilkinson ou de Garcia-Vallejo. O processo ocorre na Justiça federal do sul do Texas, que ainda não respondeu a pedidos de esclarecimentos.
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